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25 abril

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RTP e TVI querem ouvir Martim Cabral sobre diferendo com Vale e Azevedo

OS ADVOGADOS da RTP e da TVI, Tinoco de Faria e Vítor Castro Rosa, solicitaram quarta-feira o adiamento do julgamento que opõe as duas estações a Vale e Azevedo. O motivo foi a não comparência no tribunal de Martim Cabral, assessor do presidente benfiquista. (Muito em foco por ter sido ele quem veio a público, terça-feira, justificar a escolha do lugar onde estava o treinador do Sporting, Augusto Inácio, vítima de uma agressão no jogo Benfica-União de Leiria). Os dois advogados só irão interrogar as testemunhas dos dois órgãos de informação depois de ouvirem Cabral. O advogado do líder benfiquista, Daniel Rodrigues, alegou que Martim Cabral não compareceu por motivos de doença.

A 3ª sessão do julgamento que opõe Vale e Azevedo -- que, mais uma vez, voltou a não comparecer -- à RTP e TVI teve início às 15.20 horas, no Palácio da Justiça, em Lisboa, com o depoimento de Frederico António Pereira. O jurista, colaborador no escritório de advogados do presidente encarnado, foi a única testemunha a ser quarta-feira ouvida pelo tribunal. O julgamento foi adiado para 21 de Janeiro. A quinta sessão terá uma primeira audiência às 10 horas e uma segunda às 14 horas.

Recorde-se que o processo foi instaurado por Vale e Azevedo contra os dois órgãos de Comunicação Social, devido a uma notícia por elas emitida no dia 19 de Dezembro de 1997, segundo a qual teria sido movido um mandado de captura contra o líder benfiquista. Vale e Azevedo pretende uma indemnização. Estiveram também presentes em tribunal Joaquim Furtado, Henrique Garcia, Sandra Sá Couto e Pedro Dantas da Cunha, testemunhas da RTP e TVI.

ODETE MARTINS

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