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Presidente do Benfica diz que acreditou "erradamente" que o alemão seria o treinador do projeto
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Na Assembleia Geral do Benfica, Rui Costa também não fugiu à explicação sobre o que o levou a despedir Roger Schmidt, quando poucos meses antes tinha garantido que seria o treinador do projeto. Mas, admite, que o despedimento foi "pode ter sido uma decisão tardia".
"O jogo em Famalicão foi bastante pesado para para todos nós, e, de facto, criou aqui um fosso. Os jogos seguintes, duas vitórias, e o empate em Moreira de Cónegos não nos trouxeram as exibições e resultados que pretendíamos e criou um fosso de cinco pontos. Daí a minha tomada de decisão, que pode ter sido tardia. Acreditei que fosse o treinador do projeto. Acreditei erradamente, hoje é fácil apontar esse erro. Mas acreditei, explicando o motivo da renovação. Mesmo que erradamente possa ter sido, as decisões são para ser tomadas e tive de tomá-las. Entendi e acreditei que estaria sempre mais perto de voltar ao primeiro ano do que ao que foi o final do segundo. Foi uma decisão tomada a pensar nos interesses do Benfica", explicou o presidente das águias aos sócios.
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Rui Costa recuou uns meses e falou da renovação com o treinador, ainda antes de o Benfica ser campeão: "Fiz uma aposta de renovação do treinador que tínhamos. Renovei o contrato quando tínhamos 10 pontos de avanço e jogaríamos os quartos de final da Liga dos Campeões com o Inter. Nessa semana, estávamos todos orgulhosos... Pergunto quem apostaria que o Benfica não seria campeão a nove jornadas do fim como estávamos a jogar e antes dos quartos de final, quando talvez nunca tenha havido tanta esperança de chegar à final [da Liga dos Campeões]? Quem duvidava naquele momento do trabalho que estava a ser feito e que iríamos ser campeões? (...) O que acontece é que, naquele momento, não havia nem uma nem duas equipas interessadas no nosso treinador, nem uma nem duas equipas com poderio enorme para levar o nosso treinador. O que fiz, acreditando nas qualidades do treinador, e no percurso, foi renovar. Não há bolas mágicas, mas naquele momento pretendia-se não perder o treinador, que, naquele momento, era quase Deus na terra para a nação benfiquista. Essa foi a razão clara e objetiva."
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