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"É um golo bonito que acaba por ser, como sempre disse, o golo mais triste da minha carreira."
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A apresentação do Benfica aos sócios de 1996/97 sucedia diante da Fiorentina que tinha nas suas fileiras um velho conhecida da Luz: Rui Costa. O agora vice-presidente dos encarnados tinha deixado o clube de sempre para rumar a Florença em 1994 mas a paixão pelas águias manteve-se. Com 1-0 no marcador a favor do Benfica, o 'Maestro' fixou o 1-1 batendo Preud'Homme e não conteve as lágrimas, um momento que o próprio recordou passados 25 anos.
"Não era o meu regresso ao Estádio da Luz mas era o meu regresso para jogar contra o Benfica. Num jogo amigável de princípio de época que tinha ainda a ver com a transferência para a Fiorentina, foi a primeira sensação negativa que tive de representar uma equipa que não o Benfica. Foi uma emoção muito grande o meu regresso e ter sido tão acarinhado. Sabia que maltratado não iria ser, com a certeza absoluta, mas também não esperava o carinho que o estádio mostrou logo e ao longo do jogo quando eu fazia alguma coisa de bem no jogo. Estavam a ver um jogador dentro do campo, com uma outra camisola, mas que estava a jogar por eles. Até aparecer aquele momento que é difícil explicar… É muito difícil explicar. É uma boa jogada até, que eu faço, e há um arrepio muito grande em mim porque a bola vai mesmo entrar", começou por descrever no documentário 'Copa 90 Stories', elucidando sobre a reação que teve ainda no relvado.
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"Dá-me uma sensação muito estranha que acaba naquela imagem de choro compulsivo, quase meninice. É um sentimento puro. É onde me apercebo mais que estou a fazer mal ao meu clube… é naquele momento. Sei que foi uma coisa muito natural. Começo a festejar o golo para aquele lado como se estivesse a jogar em casa. Só depois é que me cai a ficha: ‘Eu fiz golo ao Benfica!’. É um golo bonito que acaba por ser, como sempre disse, o golo mais triste da minha carreira. Ao mesmo tempo, há uma simbologia tremenda naquele golo. Não durou muito publicamente mas durou muito em mim aquele momento. Acho que para o adepto do Benfica foi mais uma demonstração de carinho ao clube e amor, da minha dedicação. Se alguma dúvida houvesse pelo sentimento que tinha pelo Benfica, ali ficou bem claro o que sentia ao ver a camisola vermelha à minha frente", acrescentou.
Para Rui Costa, era impossível alinhar no FC Porto ou no Sporting ao longo da carreira. "Jamais conseguiria jogar noutro clube que não no Benfica, sobretudo nos rivais. Jamais conseguiria não ter o manto sagrado vestido independentemente das condições financeiras ou das minhas condições financeiras à altura", frisou.
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