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Conhecido adepto do Benfica recorda que os crimes em questão correspondem a funcionários e não ao clube
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Na sequência da detenção de Paulo Gonçalves pela Polícia Judiciária, Rui Pereira, conhecido adepto benfiquista e antigo Ministro da Administração Interna, realça que é preciso distinguir os funcionários em relação ao clube e que o Benfica está acima de quaisquer atitudes individuais.
"Temos de distinguir a instituição Benfica de tudo isto. O Benfica não está em causa e é uma instituição centenária, respeitável e que foi criada por pessoas com grandes princípios de ética desportiva a profissional. Isto não afeta o Benfica porque o Benfica está acima de quaisquer comportamentos individuais", afirmou, a Record, explicando os crimes que estão em causa.
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"Tudo o que se está a falar não corresponde legalmente àquilo que corresponde a corrupção no fenómeno desportivo, mas sim a corrupção de funcionários prevista no código penal. Os crimes aqui postos em causa são crimes de corrupção ativa e passiva e estão em causa os crimes de acesso ilegítimo a dados informáticos e o crime de falsidade informática e o crime de violação do segredo de justiça", lembrou.
O comentador televisivo realça que os arguidos ainda não foram acusados de qualquer crime: "São estes crimes que estão em causa em relação a três indivíduos, o Paulo Gonçalves e dois funcionários de justiça. Eles foram constituídos arguidos, mas vale o princípio da presunção de inocência porque não foram acusados e muito menos condenados".
Paulo Gonçalves foi detido esta manhã pela Polícia Judiciária sob suspeita de, em nome da SAD do clube, ter subornado três funcionários judiciais para lhe fornecerem peças processuais do chamado 'caso dos emails'.
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