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"Foi com homens como Luís Filipe Vieira e Manuel Vilarinho que o Benfica reemergiu no plano desportivo, conquistando regularmente títulos e subindo à ribalta do futebol português"
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Rui Pereira é o candidato da lista de Luís Filipe Vieira a presidente da mesa da assembleia-geral do Benfica. Aos 64 anos, o antigo ministro da Administração Interna e possível sucessor de Luís Nazaré no cargo exaltou o contributo do atual presidente para o êxito dos encarnados.
"Foi com homens como Luís Filipe Vieira e Manuel Vilarinho que o Benfica reemergiu no plano desportivo, conquistando regularmente títulos e subindo à ribalta do futebol português, mas também no plano financeiro, tendo instalações e formação. Isso é uma obra que tem uma quota parte enorme de Luís Filipe Vieira", vincou na apresentação da lista para os orgãos sociais aos órgãos de comunicação social.
Leia o discurso na íntegra:
"Aceitei este convite para ser o presidente da mesa da assembleia-geral não porque os outros candidatos sejam maus mas porque Luís Filipe Vieira é garantidamente, para mim, o melhor candidato. É, desde logo, pela obra feita. Sou benfiquista desde pequenino. Acompanhava o Benfica a partir de Trás-os-Montes pela rádio e jornais, um clube que era glorioso e ganhou títulos europeus e sucessivos títulos nacionais. Nas décadas de 80 e 90, comecei a habituar-me a ver o Benfica ficar para trás. A ver o Benfica ser dominado no plano desportivo e ser ignorado noutros planos.
Foi com homens como Luís Filipe Vieira e Manuel Vilarinho que o Benfica reemergiu no plano desportivo, conquistando regularmente títulos e subindo à ribalta do futebol português, mas também no plano financeiro, tendo instalações e formação. Isso é uma obra que tem uma quota parte enorme de Luís Filipe Vieira.
Tenho a certeza que Luís Filipe Vieira sempre colocou os interesses do Benfica à frente. Isso deve ser o critério decisivo da nossa escolha. Não questiono o benfiquismo dos outros candidatos e a ligação ao clube mas não só podemos querer o melhor e aquilo que, garantidamente, continue a por o Benfica na senda da vitória. Quero também recordar outra coisa. Nunca tive a oportunidade de discordar porque nunca tive funções executivas no Benfica nem tenho uma vida pessoal que o permite mas, muitas vezes, discordei intimamente de decisões. Acabei por compreender que, em relação a essas decisões desportivas, eu não tinha razão na generalidade dos casos.
Portanto, independentemente das mudanças que são inevitáveis no futebol em que é preciso mudar de rumo, o presidente manteve-se teimosamente muito isolado, por vezes, em decisões que deram prestigio e vitórias desportivas ao clube. Espero que no próximo mandato se realize no plano doméstico os êxitos por que todos ansiamos, começando já pela reconquista do titulo nacional e também o regresso aos títulos europeus, quebrando aquela maldição de Béla Guttmann que já tem anos suficientes para ser revogada. "
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