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"Nada há de concreto. Porém, um treinador precisa de ter sempre a mala pronta", vinca...
Rui Vitória está na linha da frente à sucessão de Jorge Jesus, caso a SAD do Benfica entenda dar um novo rumo ao futebol.
Fortalecido profissionalmente pelo triunfo na Taça de Portugal, o treinador do V. Guimarães é um dos mais bem-sucedidos técnicos da denominada nova geração, tendo o seu percurso granjeado bastantes fãs junto dos responsáveis do clube da Luz, sobretudo por aliar as exibições aos resultados.
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Natural de Alverca, Rui Vitória mantém os pés completamente assentes na Terra e faz questão de colocar a situação em pratos limpos, assegurando, numa entrevista à RTP Informação, não existir qualquer negociação com a SAD liderada por Luís Filipe Vieira.
“Não há esboço nenhum! Claro que é perfeitamente normal que se diga que existe algo em concreto relativamente a alguns treinadores que se tenham destacado um pouco mais do que os outros. Mas a verdade é que nada há de concreto!”, refere o treinador do emblema minhoto, acrescentando: “Ao longo da época existem recorrentemente conversas com os mais variados agentes do Desporto. Agora, vir dizer que há alguma coisa formal... não há! Não há nada. Sou treinador do Vitória, tenho mais um ano de contrato. Nada existe em termos concretos!”
Mercado volátil
O mundo do futebol gira a uma velocidade impressionante. O que neste momento é negro, daqui a 24 horas pode passar a ser branco, sendo esta uma máxima que é unanimemente aceite por quem faz parte da modalidade.
Rui Vitória sabe melhor do que ninguém que a sua carreira pode tomar um curso distinto num abrir e fechar de olhos. “O mercado encontra-se de tal forma, que ninguém pode dizer que estará para sempre no mesmo sítio. Mesmo existindo um contrato assinado, ninguém pode dizer que estará sempre ligado ao clube. A situação pode modificar-se a qualquer altura. É perfeitamente possível que isso possa suceder. É isso que o presidente do V. Guimarães quer dizer ao não ser conclusivo quanto ao meu futuro. Nada mais do que isso!”, explica o técnico, recorrendo, ainda, a uma imagem para melhor explicar a situação: “Gosto de estar em Guimarães. Aliás, todos nós estamos muito satisfeitos. No entanto, um treinador precisa de ter sempre a chave do carro, a mala pronta e também o número de telefone da agência de viagens. É que agora não é só o carro, há também o avião. Assim vai o Mundo!”
O homem que subiu a pulso não perde o sono face ao interesse do Benfica. O que tiver de ser, será! “Estou perfeitamente tranquilo. Sou assim desde o princípio da carreira. Essa é a minha forma de pensar. Estou num grande clube e tenho um processo de trabalho muito agradável. Além disso, gosto da cidade e do Vitória. Portanto, estando em Guimarães, estou bem comigo próprio. Não existe outra forma de pensar na minha cabeça. A minha carreira tem sido construída de forma tranquila. Nunca houve ansiedades. Tudo o que suceder, quer seja bom ou mau, não me fará mudar a forma de pensar. O que me fez chegar até aqui será o que me fará continuar a andar para a frente”, conclui.
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