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A dívida da holding Imosteps, que está a ser vendida a um fundo-abutre, ficou fora do acordo de reestruturação assinado em 2017 com o banco. A sua história retrata uma era recente.
Foi em 2016 que Luís Filipe Vieira e o Novo Banco começaram a falar sobre o que fazer à dívida da Promovalor de Vieira. Depois de negociações difíceis, que duraram um ano e meio, o presidente do Benfica e o Novo Banco chegaram a um acordo que implicou um reforço real de garantias e foi assinado no final de 2017. Mas o acordo deixou uma ponta de fora: a Imosteps – Promoção Imobiliária S.A., uma empresa gestora de participações sociais com uma dívida de 54,3 milhões de euros, toda em incumprimento, de que Vieira é acionista e presidente.
A dívida está na lista, a que a Sábado teve acesso, de cerca de 60 grandes calotes de empresas que o Novo Banco está a vender a fundos abutre internacionais, numa operação que globalmente gerará 100 milhões em perdas adicionais para o banco. Há uma razão para Luís Filipe Vieira não a ter incluído no acordo – a dívida não foi criada por negócios seus. Foi parar à sua esfera por causa de um acordo de cavalheiros com Ricardo Salgado – o buraco era originalmente do Grupo Espírito Santo.
Leia mais sobre este caso – e conheça os restantes nomes influentes na lista de devedores que o Novo Banco pôs à venda em saldo – na edição desta semana da SÁBADO.
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