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PGR refere que se tratam de "crimes em investigação no âmbito do inquérito" e que não especificou arguidos
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A Procuradoria-Geral da República esclareceu que a operação Saco Azul também investiga crimes de branqueamento de capitais, não apenas de fraude fiscal. "Clarifica-se que as diligências tiveram lugar no âmbito de um inquérito onde se investigam os crimes de fraude fiscal e branqueamento", lê-se, numa nota enviada a Record.
A equipa de advogados do Benfica reagiu, sublinhando que foi apenas informada de crime de fraude fiscal. "Uma vez que, com todos os prejuízos inerentes, continuam as especulações e as falsidades, impõe-se-nos como interesse superior e muito urgente esclarecer agora, publicamente, que a imputação feita e comunicada, nos termos e com as consequências legais, é de alegado crime de fraude fiscal. Nada mais", lê-se num comunicado assinado por João Medeiros, Paulo Saragoça da Matta e Rui Patrício.
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A PGR acabaria por esclarecer que a informação "prestada refere-se aos crimes em investigação no âmbito do inquérito" e que, "em momento algum, foi especificada a indiciação de qualquer dos arguidos". De referir que a operação conta dez arguidos, cinco pessoas singulares e cinco coletivas. Eles eles, estão Luís Filipe Vieira, Domingos Soares de Oliveira, a Benfica SAD e a Benfica Estádio.
A PGR remeteu, ainda, para a informação publicada no site da Procuradoria-Geral Regional de Lisboa, a 6 de junho de 2018, na altura das buscas:
"Buscas. Benfica SAD e SA. Branqueamento. Fraude Fiscal. DIAP de Lisboa/Sede.
Ao abrigo do disposto no art. 86.º, n.º 13, al. b) do Código de Processo Penal, a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa torna público o seguinte:
No âmbito de um inquérito, em que se investigam os crimes de branqueamento e fraude fiscal, foram emitidos 3 mandados de busca domiciliária e 5 não domiciliárias, de entre estes, dois às sociedades Sport Lisboa e Benfica SAD e Benfica Estádio Construção Gestão Estádios, SA.
Indicia-se suficientemente nos autos que estas sociedades, a coberto de uma suposta prestação de serviços de consultoria informática, realizaram várias transferências bancárias para uma conta titulada por uma outra sociedade, num valor total de 1.896.660,00€, montantes esses que acabavam depois por ser levantados em numerário. Esta última sociedade terá sido utilizada com o único propósito de retirar dinheiro das contas do Benfica.
As buscas decorreram no dia de ontem, contando com 25 Inspectores da PJ.
Foram constituídas arguidas 3 pessoas singulares e 3 pessoas colectivas.
O processo encontra-se em segredo de justiça.
A investigação encontra-se a cargo da 8.ª secção do DIAP de Lisboa/sede com a coadjuvação da PJ - UNCC."
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