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14 janeiro

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«Encarar a próxima época com confiança»: Benfica feliz com sucesso do empréstimo obrigacionista

Deduzidos os custos operacionais e com juros corridos, o encaixe líquido da operação deverá ser de 48.382.770 euros

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Luís Mendes, vice-presidente e administrador do Benfica, mostrou-se satisfeito com os resultados do empréstimo obrigacionista. A SAD encarnadada colocou 50 milhões euros junto de 3.524 investidores. A procura, como foi revelado na Euronext Lisboa, na tarde desta segunda-feira, chegou perto dos 68 milhões de euros.

A operação foi composta por duas ofertas, uma de oferta de subscrição, no valor de 32.711.725 euros, e outra de troca para as obrigações cuja maturidade terminava em julho deste ano, no montante de 17.288.275 euros. Deduzidos os custos operacionais e com juros corridos, o encaixe líquido é de 48.382.770 euros. 

Afirmando estar "extremamente feliz" pelo sucesso da operação, o vice-presidente e administrador Luís Mendes relativizou o facto de ter havido quase metado dos 6.048 investidores do empréstimo obrigacionista do ano passado e garantiu que "o nível da dívida está controlada". A procura foi 1,35 vezes superior à oferta, quando em 2023 tinha sido de 2,42.

"Estamos extremamente felizes com os resultados alcançados, pois denota confiança no risco Benfica. Fizemos uma operação que chegou 50 milhões de euros, montante que entendíamos ser necessário para o equilíbrio da tesouraria. Adicionalmente, numa situação económica que nos permite encarar a próxima época com nível de confiança muito significativo", expressou Luís Mendes, numa sessão que decorreu na Euronext Lisboa, com a SAD em peso, apesar de faltar Rui Costa, que acompanhou a equipa na deslocação a Faro.

Logo no segundo dia da operação, a 9 de abril, a SAD encarnados atingiu os 35 milhões iniciais, daí que a oferta tenha passado para os 59 milhões, "por uma questão de fé", como salientou Luís Mendes. "Não valia a pena um financiamento a taxas mais altas, se se podia fazer a taxas mais baixas", disse, prevendo uma redução dos juros.

Este financiamento para um juro anual bruto de 5,1%, mas o dirigente incorporou o prémio de risco mais baixo de sempre.

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