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De há dois anos a esta parte, Simão Sabrosa é o "atirador" de serviço na equipa do Benfica no que toca à marcação de grandes penalidades. Exímio nos lances de bola parada, o extremo habitualmente não dá grandes hipóteses aos guarda-redes adversários e, contabilizando apenas o período em que se encontra ao serviço dos encarnados, até anteontem tinha um índice de eficácia de cem por cento no que diz respeito a "penalties".
Se tivermos apenas em conta provas oficiais, a média mantém--se, mas se incluirmos nesta estatística participações em torneios ou encontros particulares, Simão deixou de ser totalista depois de ter falhado um "penalty" contra o Belenenses, no Troféu Internacional do Guadiana.
Desde que chegou ao Benfica, o jogador - que hoje estará na inauguração das novas instalações da sua escola, no Estoril - assumiu-se como um dos mais importantes elementos do plantel. As aptidões que revela para converter lances de bola parada fizeram com que fosse o eleito para a marcação das grandes penalidades e, verdade seja dita, tem cumprido bem esse papel.
Na temporada de 2001/02, o extremo marcou os três "penalties" que foi chamado a converter e só não foi o melhor marcador do Benfica, devido à lesão num dos joelhos contraída num jogo da selecção. A grave mazela aconteceu no mês de Março e Simão não voltou a vestir a camisola dos encarnados essa época, pelo que Mantorras acabou por ser o goleador da equipa, graças aos dois tentos que apontou na última jornada, frente ao Vitória de Guimarães.
Mas em 2002/03, totalmente recomposto da lesão que o afastou do Mundial, o camisola 20 do Benfica melhorou aquele registo, ao marcar 18 golos. Esteve na corrida pela Bota de Ouro até ao fim, mas acabou por ser ultrapassado na recta final por Fary que, com o mesmo número de tentos marcados, acabou por beneficiar do facto de ter disputado menos jogos.
Curiosamente, desses 18 golos metade resultaram da conversão de castigos máximos. Foi chamado por nove vezes à marca das grandes penalidades (quatro das quais nas primeiras quatro jornadas da SuperLiga) e nunca falhou, um factor que se revelou decisivo para resolver alguns encontros.
Contudo, até o mais perfeito dos futebolistas erra. E Simão errou. Em Vila Real de Santo António a bola ainda tocou na trave, mas acabou por "voar" por cima da baliza de Marco Aurélio...
Há dois anos no Benfica
Faz precisamente amanhã dois anos que Simão Sabrosa foi contratado pelo Benfica. Formado nas escolas do Sporting, o jogador não se impôs de forma concludente no Barcelona, pelo acabou por regressar a Portugal.
Conseguiu, todavia, afirmar-se rapidamente no seio da equipa e hoje é um dos mais preponderantes e valiosos elementos do plantel. José Antonio Camacho não abdica dele.
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