Da falta de energia à margem que não há para errar
Disse que faltou alguma energia à equipa. Isso pode levar a mudanças na equipa em face do calendário carregado?
"Todos os jogos são importantes. Não temos margem de erro nas competições internas. Todos os jogos são importantes. Quando referi a questão da energia, era o que via durante o jogo. Porque posso voltar a tocar nisso: senti que a equipa em termos ofensivos e defensivos correspondeu até sofrer o golo. Aí senti, falámos sobre isso, a equipa tentou fazer coisas à pressa. O nosso adversário a circular com muita gente no espaço interior, a vencer, levava para determinados espaços. Em vez de se manter compacta, a equipa tinha muita gente a correr. Com bola, era manter a tranquilidade, ter a posse e quisemos também fazer tudo à pressa. Esse foi o desgaste que tivemos, de manter a paciência. Sofremos um golo aos 10', temos 80' para jogar. Falámos isso ao intervalo. Nestes jogos podíamos ter feito o 2-1 aos 80'. Tínhamos 10 minutos para virar. Quando falei em energia, era isso. Fazer o que fizemos com Santa Clara e Gil Vicente, tínhamos de manter a tranquilidade suficiente para continuar a jogar em função do que acreditamos e criar oportunidades, que foi o que infelizmente não conseguimos. Não ganhámos 3 pontos aos 6 que temos, agora amanhã é campeonato, senti que novamente a equipa recuperada com enorme determinação para dar uma resposta."