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O jogador do Benfica obteve três golos em catorze minutos, invertendo a tendência de um jogo que o Sporting começou bem e esteve a ganhar por duas vezes. Mas o técnico Carlos Queiroz errou na substituição de Paulo Torres
UM GÉNIO à solta no “derby” de 1994, em Alvalade. O benfiquista João Vieira Pinto, por si só, ganhou o jogo, numa noite mágica à chuva, que acabou por se transformar num pesadelo para o Sporting. Uma derrota história (3-6) que permitiu aos rivais encarnados darem um passo de gigante para a conquista do título de campeão nacional (foi, de resto, o último que alcançou até aos dias de hoje).
O jogo até começou bem para o Sporting. Os pupilos de Carlos Queiroz exibiram-se bem e estiveram a vencer por duas vezes. Até que João Vieira Pinto, quase sempre liberto de marcação, o permitiu.
Se ficou a imagem de uma equipa incapaz de travar o talento de um único adversário, também muito ficou isso a dever ao facto de Queiroz ter dado um tiro no pé. O treinador do Sporting fez uma opção discutível que acabou por transformar-se num erro crasso, ao retirar o lateral esquerdo Paulo Torres, para promover a entrada de Pacheco, ao intervalo.
Capucho foi o mais sacrificado com esta alteração. Estava a actuar no centro do terreno e foi-lhe ordenado que derivava para o flanco esquerdo do bloco defensivo. E a verdade é que revelou muitas dificuldades de adaptação e o Benfica aproveitou esse facto, transformando esse lado numa autêntica auto-estrada de acesso à baliza de Lemajic. Só pelas incursões pelo flanco esquerdo da equipa leonina o Benfica logrou obter três golos.
Mas os erros de Queiroz não se ficaram por aqui e Iordanov acabou por ceder o lugar a Poejo, na tentativa de “tapar” o buraco. Mas foi tarde demais.
O Benfica praticou um futebol solto e confiante e, nas bancadas de Alvalade, chegou a pairar nos espíritos dos inconsolados adeptos leoninos a vingança encarnada dos 7-1 de Dezembro de 1986. O pesadelo começou no 2-2 e acabou por terminar nos 3-6.
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