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Destaque no Benfica: Lima (nota 5)
13 jogos 4 golos
Foi a “surpresa” do onze, sentouJonas no banco, e fez regressar o “velho” Lima, apagando a má imagem deixada frente ao Leverkusen.Entrou para a história com um bis que não acontecia há nove anos. Registe-se a frieza com que esperou para ver a defesa (incompleta) de Fabiano, naquele que viria a ser o 2.º golo. Eficácia é a palavra que melhor define a exibição do avançado, que não deixou ficar mal Jorge Jesus pela aposta. Fundamental no jogo de desgaste e pressão sem bola.
Júlio César (4)
6 jogos 3 golos sofridos
Encheu a baliza. Revelou confiança e deixou em campo a marca da experiência, aliada à rapidez de reação na maioria dos lances. JúlioCésar é uma das figuras do clássico. “Lá” em cima foi tudo dele. Bem cedo (11’) negou o golo ao FC Porto, ao esticar-se e desviar um cruzamento perigoso.Aos 32’ voltou a agigantar-se ao parar o remate de Jackson.
Maxi Pereira (4)
13 jogos 2 golos
Será difícil Brahimi não ter pesadelos com o uruguaio, que daqui a muitos anos vai recordar a forma como um dia “apagou” um extremo. Desde cedo se percebeu que Maxi não estava disposto a deixar o adversário respirar, e restava saber quanto tempo aguentava a ritmo elevado. E aguentou, tendo exercido uma marcação irrepreensível ao argelino. Foi ao mesmo Brahimi, aliás, que o defesa benfiquista levou a melhor após um desentendimento na linha lateral que resultou numa assistência que viria a dar o primeiro golo a Lima. Uma exibição a pressionar Luís Filipe Vieira à renovação de um contrato que está a seis meses do final.
Luisão (3)
13 jogos 1 golo
Exibição certa do patrão da defesa encarnada, sobretudo nas alturas. É certo que não teve uma noite de encher o olho, mas, verdade seja dita, enquanto esteve em campo não facilitou. Não teve um lance digno de registo negativo, o que por si só, no caso de um central, já é extremamente positivo. Saiu depois de se ter agarrado ao tornozelo direito e de ter pedido a substituição.
Jardel (3)
10 jogos 0 golos
Bom jogo do brasileiro, ganhando vários duelos na zona central, mesmo quando o FC Porto povoou mais a área na segunda parte. Podia ter evitado mais o confronto físico em zona perigosa, mas fê-lo quase sempre de forma legal e autoritária.Uma ou outra falha, como a que aconteceu aos 22 minutos, não comprometem uma exibição, no geral, de bom nível.
André Almeida (4)
11 jogos 0 golos
Um jogo que tinha tudo para lhe correr mal, mas que acabou por levá-lo a uma exibição segura defensivamente, e com equilíbrio no campo ofensivo. Aos 2 minutos viu um cartão amarelo que, diriam os mais céticos, iria condicionar o jogo do único português nos onzes iniciais do clássico. A rapidez de Tello, nos primeiros minutos, chegou a desorientar um lateral que continua sem se sair mal na adaptação à esquerda. Os minutos passaram, André Almeida sacudiu os nervos e fez desaparecer o espanhol. Uma exibição ao nível do que lhe vimos fazer em São Petersburgo.
Samaris (4)
10 jogos 0 golos
Peça importante no meio-campo encarnado, leu bem o jogo e parecia quase sempre saber onde se posicionar para cortar o caudal ofensivo dos dragões. Entende-se cada vez melhor com Enzo Pérez. A principal missão que tinha em campo era clara: não permitir avanços a Herrera. E conseguiu-a sem grandes dificuldades.
Enzo Pérez (4)
11 jogos 1 golo
Nem começou muito bem o internacional argentino, que tinha Óliver Torres debaixo de olho. Ligeiramente mais recuado no terreno do que é habitual, Enzo Pérez subiu de rendimento com o avançar do jogo e tornou-se um pêndulo no meio-campo, serenando os ânimos quando foi preciso e saindo com a bola quando a equipa necessitou. Aos 67’ teve um grande passe para Lima, num lance que Alex Sandro acabou por evitar o 3.º golo. Nos últimos minutos foi preponderante a travar o jogo adversário.
Salvio (3)
13 jogos 5 golos
Foi o elo mais fraco dos campeões nacionais no terreno do arquirrival. Uma exibição pouco conseguida, em alguns momentos até a mostrar-se alheado. Pouco conseguiu desbloquear o jogo pelo seu lado. Parecia querer explodir em confrontos individuais, mas raramente o conseguiu, tendo perdido vários lances pouco habituais. Arriscou muito pouco o argentino.
Gaitán (3)
13 jogos 2 golos
Só não tem nota mais alta porque não conseguiu manter a mesma bitola ao longo dos 90 minutos. Mas é impossível ficar indiferente aos pormenores soberbos com que o argentino pintou alguns momentos do clássico. Pormenores de classe que só os predestinados com a bola conseguem. A forma como arranca para a jogada que deu o segundo golo do Benfica, e passa a bola a Talisca, tem um nome: classe.
Talisca (3)
13 jogos 8 golos
Um jogo de guerreiro do brasileiro, que muitas vezes apareceu em funções mais recuadas do que lhe é normal, no auxílio a Samaris e EnzoPérez. Apesar de ter ajudado a povoar o meio-campo, Talisca não perdeu o foco na ajuda ofensiva que tinha de dar a Lima. Um remate de primeira (55’) obrigou Fabiano a defender mal para a frente e levou ao oportunismo de Lima, que estava por perto para marcar.
César (2)
1 jogo 0 golos
Estreia absoluta no campeonato.Entrou para o lugar de Luisão e logo no período mais perigoso do FC Porto. Não comprometeu e teve a capacidade de não inventar.Processos simples, sem problemas em chutar para a bancada se fosse caso disso.
Ola John (1)
8 jogos 1 golo
Não conseguiu entrar no jogo do Benfica. Chamado para a ala esquerda, de modo a que Gaitán passasse a ocupar terrenos mais interiores, o holandês não deu velocidade à linha e perdeu muitas bolas de forma displicente.
Pizzi (1)
5 jogos 0 golos
Esteve pouco mais de 30 segundos em campo. Nem deu para ver como se comportava no regresso (temporário) à ala, ele que está a ser trabalhado por Jorge Jesus para jogar no centro do terreno.
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