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Extremo desculpabiliza Prestianni e admite já sentir saudades de Di María
Tiago Gouveia, que estava prestes a entrar no relvado quando o jogo foi interrompido devido à ameaça de tempestade, mostrou-se inconformado com a derrota frente ao Chelsea. "É um dia difícil. Estávamos muito confiantes que conseguíamos sair daqui com uma vitória. O balneário está triste, está desolado. Acreditávamos muito. Não há muito a dizer. Foi um jogo difícil, com a paragem, a expulsão. Não deu, mas o balneário está muito triste", afirmou o extremo à DAZN.
Questionado acerca das indicações que Bruno Lage passou ao grupo antes de o jogo ser retomado, Tiago Gouveia foi direto. "A mensagem foi para acreditarmos até ao fim. Eram 5 minutos, mais descontos. Tínhamos tudo para conseguir, pelo menos, o empate e levar o jogo para prolongamento. Veio energia fresca do banco", explicou, apoiando Prestianni. "Tivemos uma expulsão numa disputa perfeitamente normal, mas ainda não vi o lance. Mando um abraço ao Prestianni. Pediu desculpa, mas não tem de pedir. São coisas que acontecem. Era o que estava pior no balneário. Não foi culpa dele, mas sim de toda a equipa. Mando um abraço para ele", sublinhou.
A partida ficou marcada pelo adeus de Fideo ao Benfica. "Um agradecimento especial ao Di María, que fez o último jogo. Cresci a vê-lo jogar. Foi um prazer tê-lo no balneário. Uma pessoa fantástica e um jogador incrível. Vai ficar marcado no meu coração. Tem uma humildade tremenda", referiu à DAZN. Depois, à BTV, Tiago Gouveia teceu mais elogios ao argentino. "Nunca pensei ter um jogador como ele no mesmo balneário que eu e tive esse privilégio. Tanto eu como todo o grupo desejamos-lhe as maiores felicidades na vida dele, que vou continuar a acompanhar. Aqui vai ter mais um amigo que vai torcer sempre por ele", garantiu.
Visivelmente abatido com a eliminação do Mundial de Clubes, Tiago Gouveia admitiu que a longa pausa devido à ameaça de tempestade acabou por ajudar a equipa. "Deu para descansar, para alinharmos um pouco as peças para o que queríamos fazer nos 5/10 minutos que faltavam disputar. Correu bem e depois o prolongamento foi a história que foi...", afirmou, deixando um lamento: "A expulsão tornou a tarefa um pouco mais difícil, ainda tivemos oportunidades para fazer golo mas não conseguimos. Depois o terceiro e o quarto golo advêm de uma situação já muito anormal do jogo em que, com menos um, tentámos ir para a frente mais com o coração, como é óbvio, e pronto foi o desfecho que foi..."
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