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Antigo dirigente encarnado reflete sobre como foi difícil deixar o clube em 2021
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Tiago Pinto recordou a sua saída do Benfica em 2020 para a Roma, depois de oito anos a servir o clube da Luz - primeiro como diretor das modalidades, entre 2012 e 2017, depois como diretor do futebol. Hoje a desempenhar as funções de diretor desportivo do Bournemouth, afirmou que abandonar os encarnados foi uma decisão que não tomou de ânimo leve.
“No último dia no Benfica pensei: ‘O que é que estás a fazer?’”, conta no podcast 'Final Cut', acrescentando que há escolhas que ganham outro peso quando se tornam irreversíveis: “Há uma coisa gira na vida, que é: tu às vezes tomas as decisões e estás completamente convicto delas, mas depois há o pânico do momento em que a decisão se consuma. O momento decisivo surgiu já fora do país, quando estou no avião para ir para Roma, estás ali sentado e dizes: ‘Isto agora já não volta para trás’”.
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O percurso internacional do dirigente de 41 anos, iniciado na Roma, também foi tema. Tiago Pinto fala com paixão da passagem pelo clube italiano, que descreve como um marco emocional difícil de repetir. “Nunca mais na minha carreira vou ter o amor e carinho que tive na Roma”, confessou, recordando momentos intensos e conquistas históricas, como a vitória na Conference League. Ainda assim, sublinhou a exigência permanente do futebol de alto nível e a instabilidade que acarreta, até nas vitórias: “30 minutos depois de ganharmos a Conference League tinha um jogador a dizer que ia embora”.
Tiago Pinto deixou ainda uma palavra de apreço para o seu 'rival' Hugo Viana, hoje um dos homens fortes na estrutura do Manchester City: "O Hugo foi sempre uma pessoa muito séria, honesta, transparente, sem manias — o que às vezes acontece neste mundo do futebol. É um dos melhores diretores desportivos do mundo”.
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