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O treinador do Benfica alerta ainda para a necessidade de reduzir a ansiedade de marcar cedo. Quanto ao onze, Toni deve optar pela continuidade. ”Não pode haver um ruptura”, diz
TONI quer estrear-se a vencer domingo à tarde, diante do Gil Vicente. Após a derrota em Alverca, o treinador do Benfica está confiante na obtenção dos três pontos, mas alerta para as eventuais consequências do facto de ser o terceiro técnico num curto espaço de tempo.
”Ter havido três treinadores neste últimos cinco meses leva os atletas a terem de mostrar serviço ao novo técnico. Isso, por vezes, retira-lhes o discernimento que é muito importante para os jogos”, afirmou, reconhecendo que essa ânsia de mostrar serviço fez-se sentir em Alverca.
O treinador dos encarnados apontou ainda outro factor que pode influir negativamente no rendimento da equipa. ”A ansiedade de querer marcar cedo pode ser prejudicial pelo que há que reduzi-la”, alertou.
Quanto ao onze a apresentar, Toni deu indicações de que irá manter a aposta na equipa que iniciou o jogo de Alverca.
”Se uma equipa ganhou durante quatro semanas seguidas, é evidente que não pode haver da minha parte uma ruptura com aquilo que foi acontecendo”, frisou. Assim, a entrada de Van Hooijdonk para jogar ao lado de João Tomás – hipótese testada nos treinos ao longo da semana – parece ficar adiada.
”Vamos tentar segurar esta equipa sem haver grandes convulsões e depois, obviamente, ir introduzindo algumas alterações em função daquilo que o jogo for ditando”, disse o técnico, dando a entender que o onze será mantido.
O facto do Gil Vicente ocupar o último lugar do campeonato é desvalorizado por Toni. ”Não há adversários fáceis nesta I Liga”, garantiu, deixando um aviso aos jogadores: ”Têm de entrar em jogo com a mesma determinação e alegria que a equipa tem demonstrado nas últimas semanas”.
«Gil sofreu grande razia»
Toni revelou conhecer bem o adversário. ”É uma equipa que, em relação à época passada, viu-se amputada de uma série de pedras que foram determinantes para a carreira que fez, sendo uma das grandes revelações”, referiu o treinador do Benfica, acrescentando: ”Naturalmente, o Gil sofreu essa razia, mas tem no seu horizonte objectivos que passam pela manutenção”.
Quanto à estratégia a apresentar pelo adversário, o técnico das águias não tem qualquer dúvida. ”O Gil Vicente utilizará na Luz o contra-ataque”, referiu, sublinhando que os seus jogadores devem ”estar atentos à paragem dessa arma”.
No entanto, Toni considera a formação gilista um oponente complicado e capaz de criar dificuldades. ”Estando numa posição incómoda é sempre um adversário perigoso porque, a qualquer momento, se espera que ela consiga passar para as vitórias”.
Oscilação de resultados explicada pela juventude
O treinador do Benfica apresentou, sábado, uma justificação para a irregularidade registada nos resultados dos encarnados. ”A nossa equipa tem uma média de idades baixa, pelo que é natural que ela tenha oscilações de numa semana vencer o Sporting e, na semana seguinte, perder em Alverca”, afirmou Toni que, no entanto, mostrou-se confiante em relação ao futuro. ”A nossa equipa é jovem, mas há-de amadurecer e dar alegrias ao Benfica”, frisou.
«Prematuro ter equipa à imagem do treinador»
Toni orientou o primeiro treino no Estádio da Luz no último dia 7 de Dezembro, ou seja, há pouco mais de uma semana. Por isso, quando lhe foi perguntado se o Benfica já està a praticar um futebol à sua imagem a resposta foi rápida e peremptória.
”Penso que ainda é muito prematuro falar de uma equipa à imagem do treinador”, afirmou o sucessor de José Mourinho no comando técnico dos encarnados. Toni não esquece que leva apenas dez dias à frente da equipa.
Confusão acerca do treino devido a erro de assessor
O treino realizado sábado à tarde ficou marcado por alguma confusão. A última sessão de trabalho antes do encontro com o Gil Vicente, estava agendada para as 16.30 horas e a indicação dada aos jornalistas é que a mesma se realizava no relvado principal, à porta fechada. Essa informação foi confirmada por um dos assessores do clube quando os jogadores já efectuavam o aquecimento, mas no campo número três e à porta aberta. Uma descoordenação a rever.
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