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O Tribunal Cível de Lisboa deu como provado que o Benfica não deve qualquer quantia à "offshore" Sojifa, na sequência de uma letra de 1,093 milhões de contos (5,45 milhões de euros) endossada pelo ex-presidente João Vale Azevedo àquela empresa.
Esta decisão favorável ao Benfica, num caso que levou à penhora de bens do clube, entre eles passes dos jogadores, direitos de créditos e contas bancárias, foi tomada terça-feira pelos juízes da 5ª vara do Tribunal Cível de Lisboa (Palácio da Justiça) e confirmada hoje à Agência Lusa pelo advogado do Benfica, Pereira da Silva.
Tudo começou em Outubro de 2000, em vésperas da eleição para a presidência encarnada (ganhas por Manuel Vilarinho), quando o então presidente João Vale e Azevedo, que alegava ter créditos sobre o Benfica, sacou a título individual uma letra no valor de 1.093.644 contos.
Fonte ligada ao processo afirmou que Vale e Azevedo além de sacar a letra a 23 de Outubro de 2000 aceitou a mesma enquanto presidente do Benfica SAD, acompanhado com a assinatura de outros elementos da administração.
A letra foi então endossada pelo presidente benfiquista à "Sojifa - Investimentos Imobiliários, Lda", da qual Vale e Azevedo e a mulher são os alegados proprietários, como ficou provado recentemente pelo Tribunal da Boa Hora que julgou o caso Ovchinnikov.
Como a nova direcção do Benfica, presidida por Manuel Vilarinho, não pagou a letra à Sojifa, por entender que não devia aquele valor, a "offshore" accionou um processo judicial e executou o clube, conseguindo a penhora dos passes dos jogadores, direitos de crédito e contas bancárias.
De acordo com Pereira da Silva, citado pela Agência Lusa, o Tribunal Cível deu como provados e procedentes os embargos deduzidos pelo Benfica SAD, considerando que o clube não deve à Sojifa aquele montante e fazendo assim cair a execução da penhora.
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