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Presidente diz que contratações foram decididas em concordância com o treinador, com Rui Costa e com Tiago Pinto
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Luís Filipe Vieira assegura que há total sintonia na estrutura do Benfica no que diz respeito à equipa de futebol. Em entrevista à BTV, o presidente dos encarnados assegura "há um compromisso" entre todos.
"Foi um plano que foi possível fazer-se com as exigências do Jorge Jesus daquilo que ele entendia. Ele teve uma voz ativa. Qualquer contratação foi decidida por mim, pelo Jorge Jesus, pelo Rui Costa e pelo o Tiago Pinto. Há total sintonia, completa. Nós estamos agarrados uns aos outros. Estou lá todos os dias, de manhã até à noite. Agora até tenho dormido lá nos últimos tempos", explica Vieira.
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"Há um compromisso entre todos nós. Não há um benfiquista que não criasse expectativas com o plantel que temos. Há muita gente que dizia que o Benfica ia passear neste campeonato. Sabemos o plantel que temos, os jogadores que temos. Normalmente desvalorizamos sempre. Um exemplo: o Matic. Quando ele veio para o Benfica, diziam que só tinha pernas grandes. O que é que foi depois o Matic? O Salvio quando veio para o Benfica, diziam que não vale nada, que só metia a cabeça no chão e corria. Depois vimos quem era o Salvio. O Enzo Pérez chegou, foi emprestado. Quando regressou, passou a jogar a 8 graças ao Jorge Jesus. Toda a gente hoje tem saudades do Enzo. O Di María, lembro-me de dizerem: ‘porque é que foram comprar este trinca-espinhas?’. Que era um habilidoso, mas mais nada, não ia ser ninguém no futebol. Viram o que foi o Di María. O David Luíz, quando o Fernando Santos o lançou, teve azar em dois golos, o que disseram dele", recordou.
Vieira reconhece, porém, que alguns futebolistas precisavam de um maior período de adaptação. "Se apontarmos os jogadores, há aqui alguns que precisam de adaptação. Houve se calhar um fator que não ponderámos, que foi um erro: a adaptação dos jogadores. Temos experiência o que é um jogador adaptar-se ou não, o que é certo é que não é pela falta de qualidade deles. São todos internacionais. É preciso tempo. O treinador é que escolhe. Temos um departamento de scouting altamente profissional. O treinador está cá, está lá o Rui Costa, que é hoje o responsável máximo. Está a acumular o cargo de administrador com o de diretor-geral. E depois estou eu. Existe diálogo entre todos."
Depois, elogiou Rui costa. "Em relação ao Rui Costa, ele tem feito um trabalho extraordinário, de dedicação ao Benfica, de benfiquismo. Ao contrário do que dizem, ele nem está renumerado. Está a trabalhar grátis, agora é dirigente do Benfica. Nós não podemos ser renumerados. Ele tem feito um trabalho fantástico. Quando as pessoas dizem que não há mística, está lá o Rui Costa e o Luisão. Ele até me está a surpreender. Aquilo que ele fazia e o que está a fazer, tem feito um trabalho extraordinário. A sintonia é de tal ordem que faríamos exatamente o mesmo. Talvez devêssemos ter sido mais teimosos no meio-campo. Agora, até veio finalmente o Lucas Veríssimo, que o Jorge Jesus queria. Não o conseguimos trazer na altura, que era quando o queríamos trazer, mas veio em janeiro. É outro jogador que todos conhecem, o que se fala do Lucas, um jogador de craveira reconhecida."
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