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Presidente do Benfica esteve este sábado em Viseu
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Luís Filipe Vieira esteve este sábado na Casa do Benfica de Viseu em mais uma ação de campanha da sua recandidatura à presidência dos encarnados. Num discurso aos sócios, o dirigente apontou o dedo a quem diz que o Benfica não pode ser um negócio.
"Tenho uma história no Benfica. Ninguém a pode apagar. Pelo caminho, houve alguns erros. Ao longo destes anos a família benfiquista voltou a ser feliz e a ter orgulho. Um dos temas principais a que nos propusemos foi agregar novamente a família benfiquista e foi quando eu e o Mário Dias nos envolvemos na construção do estádio. Ninguém acreditava. É bom que se lembrem do nome deste homem: Mário Dias. Aquele estádio existe graças à teimosia dele que nunca desistiu. Tenho pena que não esteja aqui connosco, mas está gravemente doente. Nos próximos quatro anos o grande objetivo é desportivo, nas modalidades e futebol: ganhar, ganhar, ganhar e nunca descurar a formação como as pessoas podem dizer. Às vezes vejo notícias e nem sei em que clube estou, se no Carcavelinhos... Logicamente que o Benfica tem um diretor desportivo, um diretor geral do Benfica Campus, um diretor técnico, um líder de scouting, um scouting de formação, que tem um CEO, que tem um presidente - quem estiver atento sabe quem são. É um clube ganhador, que forma. Quando se diz que o Benfica tem de ser vitórias e não um negócio: se não houver negócio, nada temos, não há infraestruturas, não ha formação, nada. Impossível. Como é que abordam o Benfica com uma leviandade desta natureza?", questionou.
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E apontou: "Para se ser presidente tem de se ser gestor ou político? Já tivemos muitos homens com a quarta classe, eu tenho a quarta classe".
"Nestas eleições o que precisamos é que venham dizer o que vamos fazer para melhorar: tenho ambição de ganhar tudo, mas não posso dizer que vamos ser campeões europeus ou ganhar a taça".
Luís Filipe Vieira apelou ainda à união dos sócios, independentemente do resultado das eleições. "Somos demasiado otimistas quando ganhamos e, quando perdemos, somos demasiado pessimistas. Nunca tomei uma decisão no Benfica com uma reação emocional. Sou um homem bastante frio como reajo e como tomo uma decisão. Nunca permiti que o Benfica fosse gerido de fora para dentro e esta maneira de liderar incomoda muita gente. O Benfica precisa sempre de um líder empreendedor. Está à vista de todos os resultados que temos, conseguimos trazer o Benfica para onde ele está. Mas respeitem. Não podemos ter um Benfica de uma boa estação e depois de uma tempestade. No dia 30, ganhe quem ganhar, o importante é que estejamos unidos. A obra está feita e ninguém a esconde, os títulos não os podem tirar. O futuro? Tenho a capacidade de levar os benfiquistas onde querem".
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