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Ex-presidente do Benfica revelou ainda o plano para Mário Branco
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Luís Filipe Vieira acredita que caso o Benfica não estivesse em período de eleições José Mourinho não seria o eleito de Rui Costa para treinar a equipa. Ainda assim, o ex-dirigente considera que quem quer que seja o presidente manterá o 'Special One'. Pelo menos por enquanto.
"Não quero especular, podemos entrar num momento crucial e o Benfica também vai ter um jogo bastante importante, mas qualquer treinador do Benfica está sujeito aos resultados. A partir daí, quem estiver a liderar o Benfica toma a decisão que entender. O Mourinho, se calhar, vai lhe dar [a Rui Costa] estabilidade. Se não houvesse eleições neste momento se calhar não seria o Mourinho. O Mourinho, neste momento, vai dar estabilidade ao Benfica. Mas se os resultados não aparecerem, também vai haver instabilidade face ao investimento que o Benfica fez, à falta de resultados nos últimos anos. É lógico que há um descontentamento descentralizado", começou por responder, em entrevista à TSF.
"Se Mourinho terá sucesso com qualquer presidente? Quem sou eu para estar a julgar o Mourinho? Ele fala por ele próprio. O que ele fez pelo futebol mundial, para onde passou, fala por ele próprio. Lógico que quem ganha as eleições, de certeza que não vai chegar e despedir o Mourinho. Vai continuar. Se o Benfica não for campeão, ou se os resultados começarem a desviar-nos do título, alguma coisa vai suceder, de certeza", acrescentou.
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Questionado sobre se conta com Mário Branco, Luís Filipe Vieira frisou que já escolheu o seu diretor-geral. "Não conto com Mário Branco. Tenho um diretor-geral para o Benfica, para o futebol. Não vou divulgar o nome porque ele está a trabalhar. Agora, não vou chegar ao Benfica a despedir qualquer pessoa que conheço. O Mário Branco não vou despedir, logicamente não vou, agora. O Mário tem que ser enquadrado. Se não se enquadrar na filosofia que temos... Não pode estar lá. Não é perseguir o Mário. Tem as suas valências também e outras pessoas que estão lá hoje vão render muitíssimo mais. Vamos alterar profundamente a estrutura do futebol, isso é verdade", disse, antes de ser questionado sobre se o eleito para o cargo já foi cogitado no passado: "Já. Tem muita experiência internacional. Vocês vão adivinhar rapidamente quem é. Mas vamos falar com o Mário e logicamente vai enquadrar-se. Todos temos contributos e defeitos também."
Sobre a articulação de Mourinho com o novo diretor-geral, o candidato às eleições de outubro revelou: "Há uma coisa fundamental para nós. Há um modelo que vamos ter, que no passado nunca foi imposto, foi sugerido. Precisamente aquele que vier vai trabalhar com, no máximo 19 jogadores titulares, o resto é formação. É um princípio que teremos e falaremos olhos nos olhos dos treinadores que tivermos."
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