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À pior época futebolística de 97 anos de vida sucederam-se o defeso mais estimulante de sempre (16 contratações) e um início de campeonato num provisório, mas prometedor, segundo lugar. No meio está Luís Filipe Vieira. Um homem com ambições
A ENTRADA em funções de Luís Filipe Vieira mudou o futebol do Benfica da era Manuel Vilarinho. Como o que ficou para trás dele foi desolador e o que se seguiu à sua acção prometeu, o gestor tornou-se no mais popular dos dirigentes do clube e provável candidato à sucessão do actual presidente. Do sexto lugar de 2000/01, correspondente à pior época de sempre e protagonizado pela equipa mais criticada da história, passou-se para um segundo lugar prometedor e para um plantel rico em estrelas.
Quando Vilarinho chegou, José Mourinho era um treinador identificado com Vale e Azevedo. Um mês depois, deu lugar ao anunciado Toni, numa quente e inesquecível demissão, ainda antes de André, primeiro, Roger e Ednilson, depois, se tornarem nas primeiras contratações da nova Direcção. As novelas Marques e Jardel fragilizaram a imagem dos responsáveis do futebol. Mas a aproximação do Benfica ao líder Boavista fez esquecer os fracassos. A queda que se seguiu até a um inédito sexto lugar só foi compensada pelo anúncio da contratação do emergente Mantorras. Luís Filipe Vieira, presidente da Alverca SAD e amigo do Benfica, patrocinava a operação, dias antes de seguir o angolano. Vieira começou aí a revelar um estilo ao gosto dos adeptos: mandou calar o Conselho Fiscal, enfrentou Pinto da Costa (“acabaram-se os passarinhos”) e afrontou Dias da Cunha (“é baixo”).
Mas foi a associação a José Veiga que lhe deu fama. Zahovic, Drulovic, Simão, Argel, Júlio César ou Sokota enriqueceram o plantel, irritaram os rivais e ultrapassaram o desaire da perda de Mário Silva ou o impacto do regresso de Jardel.
A contestação a Toni foi travada com um voto de confiança e o Benfica segue invicto a dois pontos do líder Boavista.
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