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Mesmo com saída de cena das competições europeias e da Taça de Portugal, é certo que o Benfica de Jesus tem sido eficiente no campeonato...
Ainda que tremida, a vitória diante o lanterna vermelha Gil Vicente acabou mesmo por acontecer na Luz e para a história ficam os números. O Benfica ultrapassou o fim do ano civil que se encaminha para o fim no topo da classificação, com 37 pontos alcançados em 14 jogos, mais seis que o rival FC Porto. Jorge Jesus levou os encarnados a rubricarem um dos melhores arranques do seu longo historial ainda que o princípio de temporada tivesse sido algo tenebroso. As derrotas na pré-época, as saídas de jogadores nucleares e a indefinições quanto a entradas no plantel fizeram agitar as águas da Luz mas nada que uma vitória na Supertaça não viesse ajudar a colocar água na fervura.
Mesmo com saída de cena das competições europeias e da Taça de Portugal, é certo que o Benfica de Jesus tem sido eficiente no campeonato. Os vigentes campeões nacionais alcançaram um triunfo em 85,7 por cento dos desafios, com os tropeções a acontecerem apenas no dérbi com o Sporting (empate a um 1 na Luz) e na visita à Pedreira, frente ao Sporting de Braga (derrota por 2-1), algo que só encontra paralelo com o que Eriksson conseguiu há mais de 30 anos a esta parte.
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Na sua segunda temporada em solo nacional, o técnico sueco conseguiu em 1983/84 começar com 11 vitórias e apenas um empate, registado no antigo Estádio 1.º Maio, casa do Sp. Braga. Jorge Gomes, primeiro estrangeiro da história a jogar pelas águias, inaugurou o marcador e Filipovic empataria a contenda a 10 minutos do fim. Esta última referência poderá servir de inspiração a Jorge Jesus para levar o conjunto da Luz novamente à glória na Primeira Liga. É que Sven-Göran Eriksson havia sido campeão em 1982/83 e procurava a revalidação do título... tal como Jesus agora. O último bicampeonato encarnado foi conquistado há precisamente 30 anos já que o sueco ex-Gotemburgo conseguiu mesmo capitalizar o arranque quase perfeito em festejos no fim.
Maior vantagem
Esta é a terceira vez que o Benfica faz a passagem de um ano civil para o outro no topo da classificação com Jorge Jesus ao leme, depois de também o ter conseguido em 2011/12 e 2012/13, curiosamente duas épocas em que o vencedor do campeonato acabaria por ser o FC Porto. Desta vez, o treinador amadorense goza de uma preciosa vantagem de seis pontos à maior sobre o mais direto rival algo que não tinha nas referidas temporadas. Nas duas acima citadas, águias e dragões lideravam o campeonato com os mesmos pontos. Em movimento contranatura, as épocas de campeão na Luz - 2009/10 e 2013/14 - não tiveram os encarnados como líder no final do primeiro de dois anos civis em que o campeonato sempre é disputado.
Mas nem só no capítulo de vantagem pontual o Benfica de Jesus parece ter melhorado face às temporadas transatas. Os sete golos sofridos a meias por Artur e Júlio César fazem desta a época mais sólida defensivamente das seis em que o atual timoneiro dos encarnados liderou o grupo das águias. No capítulo ofensivo, o Benfica só perde para 2009/10, quando no ataque pontificavam Oscar Cardozo, Javier Saviola, Pablo Aimar ou Ángel Di María, marcando 38 golos em 14 jogos conta os 31 atuais.
Números
3 - ocasiões em que o Benfica dobrou o ano à frente dos rivais, com Jesus ao leme
91,6 - melhor percentagem de vitória até à viragem de ano nas últimas 30 temporadas
Todas as "viragens" de ano desde 1983/84:
Nota:
Antes de 1994/95 (inclusive), a vitória valia 2 pontos.
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