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Técnico projetou jogo de estreia no comando do Casa Pia
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Álvaro Pacheco estreia-se amanhã no comando técnico do Casa Pia com uma visita ao Sporting, que abre a 18.ª jornada da Liga Betclic e marca o arranque da 2.ª volta. Esta quinta-feira, o treinador fez a antevisão à partida com os leões, garantindo que os gansos vão procurar conquistar pontos na deslocação a Alvalade, ainda que cientes das dificuldades que o atual bicampeão nacional vai colocar.
Significado do regresso ao futebol português.
“Estou muito contente por ter regressado ao futebol português, a esta competição, que é exigente, e principalmente regressar pelo Casa Pia, deixa-me mesmo muito orgulhoso.
Como encontrou a equipa?
“Encontrei jogadores e um grupo com vontade e entusiasmo muito grande para se dedicar, absorver novas ideias e principalmente tornar a equipa com identidade forte e claramente ir em busca dos resultados. Foram cinco treinos, mas o entusiasmo e a paixão que tiveram todos os dias tem de ser o nosso ponto de partida e não podemos abdicar disso. A forma como têm treinado, como têm acreditado no processo e desenvolvido o que temos dito deixa-me satisfeito. Sinto que temos um grupo ambicioso, com vontade muito grande de vencer, de dar um sinal e um grito de revolta. Sem dúvida nenhuma, uma equipa unida, foi o que se destacou.
Expectativas para o jogo com o Sporting.
“O que pretendo e quero que os meus jogadores percebam é que amanhã temos uma oportunidade, um teste exigente para pormos em prática aquilo que andámos a treinar. Sem dúvida nenhuma é o grande foco. Estamos a criar uma identidade forte, uma mentalidade campeã e temos a oportunidade de testar isso em casa do Sporting. Sem dúvida nenhuma que é de bicampeão, uma equipa forte, mas a minha grande preocupação e o que tenho dito aos meus jogadores, o meu grande objetivo é olhar para o que somos enquanto equipa, o que é o Casa Pia e a identidade do Casa Pia. Sentir isso, sentir também que amanhã temos uma oportunidade, com vontade muito grande de vencer e irmos lá testar. Uma casa difícil, sim, mas é uma oportunidade. Acredito muito que é nestes testes de dificuldade e resiliência que o crescimento é mais rápido. Estamos a crescer em competição. É evidente que gostava de ter mais tempo para podermos treinar, esta é a realidade, mas sem dúvida vai ajudar-nos a crescer mais rápido vai-nos ajudar a crescer mais rápido. E amanhã, não tenho dúvidas, vamos ter uma resposta muito positiva ao que têm sido os treinos e vai ser um jogo interessante”.
Baixas no Sporting podem ajudar a um bom resultado do Casa Pia?
“Não olho para a questão desse ponto de vista. Amanhã temos uma oportunidade e temos de olhar para o nosso processo. Como já disse, estamos a iniciar um processo e uma identidade e é nisso que temos de nos preocupar e focar. Qual a nossa identidade? Quais as nossas linhas orientadoras? Qual o caminho que o Casa Pia quer seguir? E o que é que pretende? Que atitude é temos de ter? Amanhã vamos testar isso. É um ponto de partida, um teste de exigência máxima, ma é nesta insuficiência que nos vai fazer crescer, principalmente o grupo, sentir que temos de aprender e crescer rapidamente para atingirmos os nossos objetivos com espírito de conquistar pontos .
Foi fácil aceitar o desafio do Casa Pia?
“Foi fácil. Primeiro, é um orgulho muito grande estar a representar esta instituição. Depois foi fácil por perceber o trajeto do Casa Pia, no presente e no futuro. Um clube claramente ambicioso, organizado, com uma estabilidade tremenda e principalmente com uma união fantástica. Um conceito de família e de união para todos, juntos, sermos capazes de semana após semana o Casa Pia estar mais forte. Depois o projeto de ambição, principalmente da parte do presidente, com quem falei, a visão que tem, para onde quer transportar e elevar o patamar do Casa Pia. Também sou um treinador ambicioso, quero continuar a crescer na minha carreira. Acho que todos nós temos metas e objetivos para alcançar. E foi esse projeto que me fez aceitar regressar ao futebol português e a um projeto com uma dimensão muito grande.
Reencontra o Cassiano. Vai ajudar a passar as suas ideias?
“Enquanto treinador, gosto muito de poder voltar a trabalhar com pessoas com quem trabalhei. Sou exigente, mas gosto de criar uma relação de amizade com todos eles. Eu e o Cassiano temos um conhecimento mútuo muito grande e é um prazer muito grande vê-lo novamente. Como jogador, aprecio e conheço muito bem as suas capacidades e ele também me conhece a mim, o que vai ajudar a passar ao grupo a minha identidade e o que pretendo para a equipa”.
Como parar o Sporting, que tem o melhor ataque da Liga?
“Vamos ter um teste, encontrar uma boa equipa, com uma variabilidade de jogo muito grande e que tem vindo a crescer. Acho que o Rui Borges está a fazer um trabalho fantástico, mas a minha concentração, onde gasto energias é tentar passar para a minha equipa, neste ponto de partida do processo, quais são as bases importantes para a construção da nossa identidade. E amanhã temos uma oportunidade para testar isto que andámos a treinar. O que passei aos jogadores é que nunca nunca podemos perder a coragem e o orgulho de sermos quem somos. Principalmente ter esta mentalidade de que amanhã temos a oportunidade de ir em busca do que queremos, que é conquistar pontos. Sei que estamos num processo inicial, que vai haver muitas dúvidas, mas nunca podemos deixar se ser quem somos e a vontade de querer vencer e de ser melhor. Amanhã temos uma oportunidade e o meu foco e concentração vão ser na minha equipa e nos meus jogadores”.
Vai manter o 3x4x3 ou dar cunho pessoal?
"Mais importante do que o sistema e a forma como vamos jogar, é os princípios, a identidade que estamos a criar. Os jogadores perceberem, acreditarem e sermos capazes de por em prática o que andámos a trabalhar. É evidente que temos de fazer algumas alterações de forma gradual. Com tão pouco tempo de treino não podia chegar aqui e tentar trocar logo tudo. Procurar dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelos meus ex-colegas, algumas nuances da construção da nossa identidade no caminho que queremos seguir. E com um grande objetivo, principalmente no futuro, de cada vez mais cimentar os pilares que vão suportar a nossa identidade e a nossa forma de jogar para a equipa vir a ter capacidade de ter variabilidade de jogo. A nossa forma de jogar nunca vai estar estanque, vai ser sempre aberta, vou estar sempre a lançar desafios e comportamentos à equipa, mas vou dar esse estímulo em função do crescimento deles. Nesta fase as bases mais simples para começarmos um processo estável e irmos em busca do nosso objetivo.
Clau Mendes estreou-se e marcou antes da sua chegada. Encontrou-o super motivado?
“Primeiro, não gosto muito de individualizar, acho que o importante é o coletivo. O conceito de família é mesmo isto, a equipa.Temos de perceber que o jogador mais importante do Casa Pia é mesmo o Casa Pia. O Clau vai ao encontro de toda a equipa. Encontrei todos os jogadores muito entusiasmados e muito apaixonados. Digo-o pela forma como treinaram e se dedicaram nas sessões de treino. Vejo um plantel rico, com jogadores que têm muito potencial. Agora, enquanto treinador, vou ter de ser capaz de criar uma identidade e uma equipa forte e ser capaz de tirar deles o máximo das suas capacidades. O Clau tem muito talento e potencial, como acontece com o plantel. Temos aqui muitos jogadores com muito potencial e é um orgulho muito grande ser treinador deles.
Já pediu reforços?
“Por acaso, pedi já dois reforços muito importantes, o Kaique e o Duplexe, que estão lesionados e para regressarem o mais rápido possível (risos). Neste momento o meu foco é o conhecimento da equipa. Também escolhi este projeto porque acredito muito no plantel e no seu potencial. Estamos num mercado que é mesmo isso, de transferências. Como qualquer clube, o Casa Pia está sempre aberto a bons negócios de saída e de entrada. Vamos trabalhar sempre em equipa com a administração, queremos sempre o melhor para o Casa Pia, mas neste momento o meu foco é com os jogadores e o grupo”.
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