A crónica do Benfica-Portimonense, 0-1: o castigo excessivo pela glória europeia

Algarvios emperraram engrenagem encarnada, mas foram felizes no modo como ganharam

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A crónica do Benfica-Portimonense, 0-1: o castigo excessivo pela glória europeia

Uma exibição com momentos interessantes, marcada pela falta de pontaria, pelo acerto do guarda-redes Samuel e pela lucidez que o tempo foi devorando, conduziu o Benfica a uma derrota surpreendente, mais ainda por ocorrer quatro dias depois do inesquecível triunfo sobre o Barcelona. A águia teve, assim, um castigo excessivo pela glória europeia, por demérito próprio, mérito alheio e porque os deuses da fortuna lhe viraram costas em momentos decisivos, logo na tarde em que as bancadas da Luz voltaram a apresentar moldura humana expressiva. O jogo teve o perfil de todos aqueles em que os grandes são batidos por adversários situados degraus abaixo: o Portimonense apresentou-se com uma estratégia bem definida e melhor interpretada; revelou conhecimento profundo do adversário e mediu bem as potencialidades, individuais e coletivas, da sua própria equipa; evitou o golo adversário nas muitíssimas ocasiões criadas e agrediu-o com êxito no par de aproximações (não mais do que isso) que protagonizou à baliza encarnada.

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