A crónica do Benfica-Portimonense, 4-0: despertador tocou na segunda parte

Técnico do Benfica precisou de 45' para perceber como pode ser dilacerante sem uma referência ofensiva

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A crónica do Benfica-Portimonense, 4-0: despertador tocou na segunda parte

Com surpresa, Roger Schmidt abdicou da utilização de uma referência ofensiva na receção ao Portimonense, o que conduziu a que Kökçü e Rafa surgissem como unidades móveis de ataque. Uma opção a roçar o incompreensível quando mal projetada, face à natural tendência para o Benfica se instalar com bola no meio-campo ofensivo, e que retirava, fruto da presença de três centrais poderosos no jogo aéreo, qualquer capacidade para perscrutar o jogo exterior e chegar a zonas de finalização através de cruzamentos. O que tornou conjeturável a ligação entre a criação e a finalização, apenas dilacerada por rasgos de criatividade de Neres.

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