A crónica do Benfica-Sp. Braga, 1-2: perdidos na Bruma da falta de ideias

Turma minhota soube sofrer, defender e aproveitar, na etapa inicial, os erros da defensiva encarnada

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A crónica do Benfica-Sp. Braga, 1-2: perdidos na Bruma da falta de ideias

Na ressaca após a derrota no dérbi, Lage manteve o 4x3x3, mas preteriu Florentino e Amdouni por Barreiro – utilizado como interior-esquerdo ofensivo, o que conduziu ao recuo de Kökçü ao papel de ‘6’ construtor – e Pavlidis. Já Carvalhal revolucionou o onze e apostou no reforço Fran Navarro como referência ofensiva. Manteve o 3x4x2x1, que partia, em momento defensivo, de um 5x4x1 parqueado num bloco médio-baixo/baixo, mesmo que Bruma, na esquerda, surgisse mais preocupado em preparar o pós-ganho, com o fito de assaltar as costas de Kökçü no corredor central. Aliás, seria essa a grande arma ofensiva do Braga, até pelas amplas arduidades do turco em preencher os espaços sem bola.

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