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As imprecisões de gestos e movimentos foram mote de um jogo decidido pelo poder de Gyökeres
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Um jogo com pouca inspiração e escassas explosões de talento teve final explosivo e inesperado. As mexidas de Rúben Amorim afastaram a equipa da matriz que a orientou durante a época, também pelo desacerto individual de alguns dos seus jogadores; o FC Porto adiantou-se logo no marcador e elevou para 2-0 à beira do intervalo como expressão de uma superioridade psicológica mas também futebolística. Só depois os leões se reequilibraram, precisamente quando, aos poucos, regressaram à normalidade – Gonçalo Inácio como central, não como ala; Nuno Santos na esquerda; Diomande de fora; Morita ao lado de Hjulmand no miolo e, principalmente, Gyökeres no eixo do ataque. Num embate marcado pelo erro, o sueco fez explodir todas as previsões, recuperando a influência numa época dourada: revelou-se infalível e, com dois toques separados por um minuto, primeiro com cabeçada fulminante, depois com desvio de pé direito à boca da baliza, definiu o resultado.
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