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Depois de excelente primeira parte, o Benfica abdicou de jogar, perdeu fôlego e foi vítima dos estilhaços do tiro magistral de Júnior Tavares
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Uma segunda parte inacreditável, marcada por excesso de confiança, falta de fôlego e muita incompetência, explica o empate consentido pelo Benfica em Portimão. A ganharem por 2-0 ao intervalo, os encarnados deram sucessivos passos atrás até ao 2-2 final: o recuo começou por parecer opção estratégica, face a um jogo que encararam como estando resolvido; as debilidades na marcação e a inexistência de ações ofensivas fizeram crer que, apesar de tudo, a situação estava sob controlo; a impotência para reagir ao empate mostrou que, afinal, a equipa perdera frescura e lucidez para manter a intensidade revelada nos primeiros 45 minutos. E não fora o cansaço algarvio naqueles derradeiros instantes do jogo, o desastre podia ter assumido proporções ainda maiores.
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