A crónica do Santa Clara-Sporting, 1-2: com pauzinhos, luvas... e uma faca
Golo do japonês Morita, ‘vingança’ de Adán e o tiro venenoso de Nuno Santos valeram vitória sofrida
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Inconstância. Talvez seja essa a palavra que vai definindo este Sporting. É assim no nível exibicional dentro do mesmo jogo e é assim nos oscilantes resultados, num mal dividido, para já, entre Liga Bwin e Liga dos Campeões. Depois da derrota pesada – e carregada de culpas próprias – em Marselha, o leão deu a resposta necessária nos Açores, onde arrancou uma vitória difícil. Ou não tivesse a turma de Amorim voltado a ser bipolar: primeira parte de bom nível; segunda parte sofrível. Os três pontos foram merecidos, mas o Santa Clara ainda encostou o adversário às cordas.