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O golo de Uribe não fez bem ao espetáculo mas clarificou o jogo. Imperou a lei do campeão
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Um grande jogo, lançado com base em muitas mudanças na equipa do Sporting, concedeu ao FC Porto o privilégio de sair de Alvalade com os três pontos e manter a pressão sobre a liderança da Liga. Em duelo no qual os treinadores investiram muito na relevância estratégia, Rúben Amorim foi mais longe, ao apostar em Bellerín, Fatawu e Chermiti, em detrimento de Esgaio, Nuno Santos e Paulinho; Sérgio Conceição colocou Pepê mais perto de Taremi na zona central, com André Franco a titular, numa posição que parecia mais adequada a Eustáquio (estava no banco). O campeão venceu o clássico, outra vez com contribuição leonina – desperdício do ataque verde e branco nos primeiros 45 minutos e primeiro golo inadvertidamente oferecido aos dragões, pela infelicidade de Ugarte, que traiu Gonçalo Inácio, abrindo alas à vitoriosa caminhada de Uribe.
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