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Sem precisar de uma exibição superlativa, o Sporting filou uma vitória inequívoca no clássico
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Não repetir os erros defensivos da Supertaça foi o mote dos dois treinadores na abordagem ao clássico. O primeiro quarto de hora pertenceu ao FC Porto, que conjugou a capacidade para construir longo, face à ausência de pressão alta do rival, que optou por defender com uma linha de 5, e para ter bola no meio-campo ofensivo. Além disso, os dragões com a pressão bem definida, o que afiançou recuperações em zonas médias-altas, também contrariaram a largura do Sporting. Para isso, Vítor Bruno recorreu, em momento defensivo, a uma última linha definida a 5, com Pepê a acompanhar Quenda, o que conduzia Galeno para a perseguição a Trincão no espaço interior. Ou, mais pontualmente, a 6, com Iván Jaime, que se inquietava em fechar as progressões de Inácio, a procurar escoltar, no último terço, as ações de Catamo à esquerda, assentindo que Martim acossasse Pote.
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