A crónica do Vizela-FC Porto, 0-2: sentir a libertação sem nota artística
Primeira vitória portista nesta Liga por maior margem do que a mínima é fruto da solidez coletiva
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Foi certamente com um sentimento de libertação que o FC Porto ouviu o apito final de Manuel Oliveira. E isso aconteceu não só pelos três pontos conquistados numa sempre difícil jornada de campeonato pós-Liga dos Campeões, muito propícia a escorregadelas – veja-se a do Benfica...–, mas também pelas incidências da segunda parte e, sobretudo isso, por ter sido afastado o fantasma das vitórias sofridas na Liga.