Benfica-Estoril: o duelo em 5 factos

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Samuel Dahl tenta driblar adversários durante o Benfica-Estoril
Samuel Dahl tenta driblar adversários durante o Benfica-Estoril • Foto: Paulo Calado

2,3

Três golos, mas um deles de penálti. Olhando para os Golos Esperados (xG) percebemos que o Benfica foi sobretudo eficaz, tendo registado, aliás, apenas 1,9 xGoT (Golos Esperados em remates enquadrados), com três golos noutros tantos remates enquadrados.

3

Tal como acontecera no Dragão, o Estoril vendeu cara a derrota. Além de equilíbrio na posse de bola, os canarinhos igualaram o número de ocasiões flagrantes criadas pelo Benfica (3), todas concentadas nos primeiros 20 minutos de jogo, ainda com o marcador a zeros.

33

Os homens da Amoreira tentaram bastante o drible, em especial através de Rafik Guitane, dono de 12 (quatro eficazes). O Estoril contabilizou 33 tentativas, recorde da equipa nesta edição da Liga, mas errou 21, o segundo valor mais alto do campeonato.

65%

Apesar de jogar mais na expetativa na segunda parte, a verdade é que o Benfica teve muita bola em zonas adiantadas. No final registava 65 por cento de posse no último terço ("field tilt").

13

Grande jogo de Pavlidis, com mais um hat trick, mas Richard Ríos merece uma palavra. O médio colombiano participou em 19 duelos individuais e ganhou 13 deles, somando ainda quatro interceções e cinco faltas sofridas.

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