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Entrega leonina fez a diferença, num jogo em que as estrelas da Luz se apagaram...
Uma vitória justa do Sporting, no dérbi sem tempero da Amoreira, eis o balanço sucinto do que sucedeu no confronto entre os eternos rivais.
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Uma vitória justa do Sporting, no dérbi sem tempero da Amoreira, eis o balanço sucinto do que sucedeu no confronto entre os eternos rivais. Mais do que o insucesso dos melhores jogadores, foi o triunfo absoluto da melhor equipa, daquela que fez a diferença pela nobre via da entrega e da presunção de que o futuro de cada um dos seus componentes dependia do êxito sobre as águias. Olhando para trás, fica a certeza de que, mesmo quando esteve a perder, o Sporting foi melhor e mostrou, no fundo, as bases que orientaram o comportamento coletivo que lhe valeu a qualificação para a final: foi a equipa que mais quis ganhar.
Madrugador
Pode até dizer-se que o Benfica entrou melhor, com um futebol mais estruturado e até mais racional, assim como um boxeur convicto da sua superioridade, que entende ser suficiente defender-se dos primeiros golpes do adversário antes de aplicar-lhe o golpe fatal. A equipa encarnada apresentou-se equilibrada no modo como geriu e controlou as operações, em contraponto com um Sporting empolgado, que depositou mais paixão na luta, com os seus jogadores a discutirem cada lance como se fosse o último das suas vidas.
O golo de Harramiz, logo aos 6 minutos, condicionou boa parte da primeira metade do encontro. A vantagem benfiquista acentuou a convicção de que tudo se iria resumir a uma questão de paciência. A formação de Jorge Jesus e Hélder Cristóvão confiou em demasia, tirou o pé do acelerador sem parecer incomodada com a crescente invasão do território levada a cabo por um adversário que foi crescendo com o tempo, até atingir a fase em que se tornou a equipa mais sólida, mais rápida, mais forte, mais potente, aquela que vencia a esmagadora maioria dos duelos individuais espalhados por todo o terreno. Quando Nuno Reis empatou, pouco depois da meia hora, tornou-se claro que a contenda passara a uma nova dimensão.
Golo e expulsão
Nos primeiros instantes da etapa complementar, o Sporting adiantou-se no marcador, com um golo espetacular de Fokobo, que subiu ao terceiro andar e cabeceou com força e colocação. Só depois desse momento o Benfica se empertigou; só depois de ficar encostado às cordas entendeu que precisava de aproximar-se da dinâmica e da intensidade depositadas no jogo pelo rival. Tornou-se então evidente que os nomes sonantes da águia não estavam em condições de fazer a diferença. E para tornar essa incapacidade ainda mais clara, Sílvio ajudou ao fazer-se expulsar de forma inexplicável, aos 66 minutos, isto é, a pouco menos de meia hora para o final. Com menos em campo, face a um adversário que nunca facilitou, os encarnados ficaram condenados à derrota.
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