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Rui Vitória foi fiel aos seus princípios e Jorge Jesus recuperou o esquema tático base do Sporting
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A dupla derrota, frente a Marítimo e Nápoles, não fez Rui Vitória promover uma revolução no onze base que tem vindo a utilizar. Fiel aos seus princípios e ao tradicional 4x4x2, manteve a aposta na dupla formada por Luisão e Lindelöf, deixando Jardel no banco e Lisandro López na bancada; resistiu à tentação de colocar um segundo médio de contenção (Samaris ou Danilo) para se juntar a Fejsa, segurando Pizzi no papel de médio-centro; e preservou Salvio no corredor direito, o jogador mais à imagem do futebol vertiginoso que preconiza, fazendo entrar Rafa para a ala esquerda, o que conduziu ao sacrifício de Cervi. Na frente, segurou a aposta na dupla móvel formada por Guedes e Jiménez, preterindo, mais uma vez, o estático Mitroglou, o que visava uma maior contundência no ataque à profundidade, determinante na exploração de contragolpes. O Sporting, por sua vez, abandonou a estrutura em 3x4x3 que ensejara em Varsóvia, regressando ao habitual 4x4x2, onde Bryan Ruiz, ao posicionar-se como segundo-avançado, garantiu variações para 4x4x1x1 e 4x2x3x1, deslocando Bruno César para o corredor esquerdo.
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