Boavista-V. Setúbal, 0-0: O terror de perder resultou em susto

Boavista e V. Setúbal proporcionaram um péssimo jogo, quase autenticamente nulo em todos os capítulos...

Boavista-V. Setúbal, 0-0: O terror de perder resultou em susto
Boavista-V. Setúbal, 0-0: O terror de perder resultou em susto • Foto: Manuel Araújo

Boavista e V. Setúbal proporcionaram um péssimo jogo, quase autenticamente nulo em todos os capítulos, sem ponta de emoção e até ponta por onde se lhe pegar!
O terror de perder em fase decisiva da época falou sempre mais alto e tudo resultou num verdadeiro susto, o mesmo que os axadrezados apanharam quando Frederico Venâncio enviou uma bomba que Mika ainda desviou e beijou a barra aos 79 minutos, na sequência de um canto.

Consulte o direto do jogo.

Foi a única grande oportunidade do jogo, a segunda para sermos simpáticos, se juntarmos uma cabeçada de Idris, aos 39 minutos, ao segundo poste, também na sequência de pontapé de canto.

Espremido e bem espremido, o confronto de ontem no Bessa resume-se a isto, contribuindo para um curioso dado estatístico, pois eleva para cinco os empates consecutivos no histórico dos confrontos entre as duas equipas.

De resto, tudo não passou de um plano de intenções, mas sempre com o receio de perder a ser sobrevalorizado pelos intervenientes. Se as duas equipas queriam mesmo ganhar, sinceramente não deu para ver e ninguém conseguiu ser superior. 
Axadrezados e sadinos anularam-se mutuamente e levam o “pontinho” para a luta da permanência, com os homens da casa bem mais confortáveis e a chegarem até à curiosa média de um ponto por jogo!

O Boavista, aliás, começou ligeiramente melhor, controlando a primeira parte, mas só o tal lance de Idris e três cantos consecutivos serviram de ameaça a um V. Setúbal bem mecanizado na organização defensiva.

A diferença da segunda parte é que não mais se viu a equipa de Petit, sequer, a ameaçar, servindo apenas um remate de Zé Manuel, à figura de Lukas Raeder, para amostra, enquanto os sadinos, embora sem nunca provocarem o pânico, foram um pouco mais incisivos a atacar.

O jogo foi, sobretudo, muita bola no ar, grande luta dos médios, com um duelo bem interessante entre as duplas Tengarrinha/Idris e Dani/Paulo Tavares, sendo que as mexidas dos treinadores deram sempre uma clara ideia lá para dentro: mais vale um ponto do que nenhum...

O homem do jogo: Tengarrinha

Já se percebeu que este não foi um jogo de encher o olho, mas Tengarrinha, mesmo assim, conseguiu destacar-se dos demais, procurando assumir a responsabilidade de empurrar o Boavista para a frente. Não chegou, como se sabe...

Árbitro: Cosme Machado (nota 4)

Cosme Machado não teve grandes problemas para resolver e acabou por ser o melhor elemento em campo, controlando muito bem o jogo e sem necessitar de exagerar nos cartões.

Momento

Aos 79 minutos, Frederico Venâncio, na sequência de um canto, acerta com estrondo na barra de Mika, que ainda desvia ligeiramente. Era a 2.ª grande ocasião...

Número

5 Este foi o 5.º empate consecutivo entre Boavista e V. Setúbal, no Bessa. O último confronto datava de 4 de novembro de 2007 e acabou com um 3-3!

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