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A proposta, que se encontra desde quarta-feira na sede da Liga, foi subscrita por onze clubes da 1.ª Liga e três da segunda o que, logo à partida, garante a maioria exigida pelos estatutos para derrub
Mário Figueiredo pode ter os dias contados como presidente da Liga. Ao organismo que organiza as provas profissionais de futebol chegou um pedido de assembleia geral extraordinária tendo como ponto único da ordem de trabalhos a destituição do líder da Liga.
A proposta, que se encontra desde quarta-feira na sede da Liga, foi subscrita por onze clubes da 1.ª Liga e três da segunda o que, logo à partida, garante a maioria exigida pelos estatutos para derrubar o presidente da direção. Recorde-se que num universo de 33 clubes profissionais, os emblemas do primeiro escalão representam dois votos, enquanto os da segunda têm direito a um voto.
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Sem riscos
Depois de um pedido de assembleia formalizado em setembro ter ficado comprometido por desistência à última hora dos clubes da 2.ª Liga (a troco de um cheque de 20 mil euros proveniente da patrocínio da prova que tinha sido fechado com a Cabovisão), desta vez os clubes “preveniram-se” e apresentam entre os subscritores quase todos os emblemas do escalão principal.
Por outro lado, e para fazer face a “medidas dilatórias”, conforme foi dito ao Record, que possam adiar sistematicamente a convocatória da assembleia geral requerida, os clubes subscritores já enviaram para todos os 33 emblemas profissionais o pedido em cartas registadas, bem como para os presidentes da direção e da mesa da assembleia geral da Liga. Tudo isto porque há quem recorde o “mês e meio que demorou a resposta ao pedido feito anteriormente”.
Motivos
São muitos os motivos que os clubes invocam para a realização da AG e consequente destituição de Mário Figueiredo. A perda de patrocínios, a falta de informação sobre tudo o que se relaciona com a vida da Liga – desde os valores do contrato assinado com a Cabovisão, aos termos da renegociação dos contratos com os sponsors Zon e Sagres e ainda dos direitos televisivos da Taça da Liga que terão sido rescindidos com a TVI – bem como a “ausência de total de iniciativas que sirvam os clubes e lhes permitam poupar recursos financeiros” já para não falar “de uma postura beligerante contra os próprios clubes” são, de acordo com dirigentes ouvidos pelo Record, “razões de sobra” para justificar uma assembleia extraordinária e fazer cair Mário Figueiredo.
Por outro lado, a interpretação que o Conselho de Justiça fez relativamente à colocação da publicidade da Cabovisão junto às balizas “foi no sentido claro e inequívoco de repudiar as formas utilizadas pela Liga.”
A avaliar por estas palavras, aqueles serão alguns dos fundamentos que a proposta de destituição incluiu e que “só poderá ser discutida e votada quinze dias depois de ter sido remetida ao visado e distribuída por todos os associados ou de ter sido apresentada em Assembleia Geral”, de acordo com o artigo 18.º dos estatutos da Liga que confere à AG o poder de “destituir os titulares dos órgãos da Liga por si eleitos ocorrendo justa causa.”
Perante este quadro, ou Figueiredo tira um coelho da cartola, ou a sua continuidade como presidente da Liga está a prazo.
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