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Vice-presidente do Conselho de Arbitragem sublinhou que o protocolo foi cumprido à risca
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João Ferreira explicou o polémico penálti sobre Taremi no FC Porto-Arouca que foi revertido através de uma chamada telefónica porque o monitor do VAR deixou de ter imagens. Depois de divulgados os áudios na Sport TV, o vice-presidente do Conselho de Arbitragem afirmou que o protocolo foi cumprido e que o árbitro Miguel Nogueira fez bem em reverter a decisão depois de ouvir a descrição do VAR,
"As leis são muito claras. Não é pelo mau funcionamento do videoárbitro que um jogo requer repetição. Está perfeitamente plasmado nas leis de jogo e quanto a isso não há volta a dar. Está escrito. Se o sistema funcionar mal, se não funcionar ou se houver um erro de VAR, não dá apelo a um protesto ou repetição do jogo. Infelizmente, não é a primeira vez que temos incidentes de falhas de comunicação e já não é a primeira vez que temos de usar o sistema de backup. Mas ter falha de sistema de comunicação e imagem foi o primeiro exemplo que tivemos em Portugal. Não é único no mundo, neste mesmo fim de semana, houve um episódio noutro grande país da Europa exatamente igual ao nosso e resolvido exatamente da mesma maneira, por telemóvel. São telemóveis que estão alocados ao sistema, funcionam naquele circuito, cada estádio e zona de revisão tem um telemóvel adstrito ao sistema VAR e a Cidade do Futebol tem três equipamentos iguais adstrito ao sistema VAR. Não são telemóveis pessoais, dos árbitros ou familiares dos árbitros. Estão alocados ao sistema e perfeitamente identificados. Este modelo de backup está previsto", disse João Ferreira, acrescentando:
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"Agora vamos às questões de protocolo, que também é claro. O árbitro pode sempre mudar a sua decisão baseada na opinião do VAR, tal como faz quando é um assistente a dar opinião. É exatamente o mesmo modelo. O VAR sugere e diz ‘acredita em mim. Os factos são estes e portanto…’ O árbitro tem a prorrogativa de dizer ‘Ok, vou confiar em ti e vou mudar a decisão’. E felizmente foi aquilo que o árbitro fez porque na verdade não há nada que suporte manter um penálti quando não há nenhuma infração. E foi isso que foi explicado. Não conseguimos ouvir a totalidade dos da comunicação. Porquê? Porque estamos a utilizar um sistema alternativo do telemóvel e não conseguimos ouvir a resposta do Miguel Nogueira no campo. O Miguel assinalou penálti, mas as imagens provam que não há penálti nenhum. Aquilo que o VAR fez foi sugerir que ele mudasse a decisão, convicto na forma como explicou o lance. O árbitro, e bem, ouviu e mudou a decisão. O que interessa para o futebol é que a decisão final foi corrigida para bem."
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