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Reinaldo Teixeira sublinha que futebol profissional é "uma das indústrias com maior prestígio e projeção do país"
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O contributo do futebol justifica reconhecimento institucional e políticas públicas à medida da sua importância socioeconómica, apelou esta sexta-feira o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), considerando que o setor gera riqueza, emprego, receita fiscal e notoriedade internacional.
"Os dados são inequívocos: 6.163 postos de trabalho, 956 milhões de euros (ME) de contributo para o Produto Interno Bruto (PIB) e 288 ME pagos em impostos. O futebol profissional representa 2.015 ME em ativos e 1.133 ME em receitas. A exposição mediática atinge 3.099 ME, com todos os jogos transmitidos, reforçando a dimensão nacional e internacional das três competições: I Liga, II Liga e Taça da Liga", traçou Reinaldo Teixeira, na mensagem do anuário da época 2024/25 divulgado pelo organismo.
As contribuições do setor para o PIB cresceram 44% e significaram 0,32% da riqueza nacional, após terem sido de 662 ME em 2023/24, enquanto o montante global de impostos subiu 7,5%, de 268 ME para 288 ME, num exercício em que Reinaldo Teixeira sucedeu na presidência da LPFP a Pedro Proença, atual líder da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
"A atual liderança, eleita em abril de 2025, assumiu internamente uma reorganização estrutural focada na valorização do produto, na eficiência e na responsabilidade de gestão, mas sempre associando as boas práticas de gestão aos valores que devem nortear todos os comportamentos, nomeadamente no desporto: 'fair play' e respeito nas suas múltiplas formas", observou.
A exposição mediática atinge 3.099 ME, com todos os jogos transmitidos, reforçando a dimensão nacional e internacional das três competições: I Liga, II Liga e Taça da Liga"
Presidente da Liga Portugal
Perante "números que confirmam crescimento económico, maior exposição mediática e impacto social relevante", Reinaldo Teixeira valorizou o "crescimento das assistências e das audiências" em torno do futebol profissional, "uma das indústrias com maior prestígio e projeção do país".
"A modernização dos sistemas de bilhética, as medidas de acessibilidade e a qualificação das zonas de convívio aproximam famílias e comunidades, elevando a experiência do adepto. A estratégia digital e de conteúdos amplia o alcance das competições, diversifica formatos e gera novas oportunidades comerciais", elencou.
O dirigente lembrou ainda os avanços no processo de centralização dos direitos audiovisuais dos jogos da I e II Ligas, que foi decretada pelo Governo em 2021 e tem aplicação prevista a partir da temporada 2028/29.
"O modelo está a ser construído de forma estruturada, assente em critérios equitativos, desportivos, sociais, audiovisuais, infraestruturais e olhando para as melhores práticas de outros mercados. A proteção da receita e o combate à pirataria são condições essenciais para garantir sustentabilidade e eficiência no médio e longo prazo", advertiu.
Reinaldo Teixeira acredita que os dados apresentados no anuário de 2024/25 ilustram "um setor mais preparado para enfrentar desafios futuros" e em afirmação como "atividade estratégica" em Portugal, com "impacto económico e social mensurável e ambição clara de continuar a evoluir".
Na globalidade de 2024/25, o futebol profissional, que reúne dois escalões e a Taça da Liga, representou 2.015 ME em ativos e 1.133 ME em receitas, contrabalançados com 1.937 ME de passivo e 1.122 ME de gastos.
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