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José Luís Carneiro fala em atos de "indisciplina e insubordinação" nas forças de segurança
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José Luís Carneiro, ministro da Administração Interna, explicou este domingo em conferência de imprensa de imprensa que determinou a "instauração urgente de inquéritos relativos ao policiamento de jogos Famalicão-Sporting e Leixões-Nacional". O governante avisou ainda as forças de segurança que "não se pode confundir o direito de manifestação (...) com a prática de atos de indisciplina e insubordinação".
"Está conferida a missão de assegurar a ordem e tranquilidade públicas, a autoridade do Estado e a legalidade democrática. Não se pode confundir o direito de manifestação que legitimamente tem sido exercido, com a prática de atos de indisciplina e insubordinação. O governo não permitirá atos que possam colocar em causa a segurança dos cidadãos. Para além dos processos de inquérito e disciplinares já em curso, determinei a instauração urgente de inquéritos relativos ao policiamento dos jogos Famalicão-Sporting e Leixões-Nacional. De igual forma, participamos as declarações do presidente do Sindicato Nacional de Polícia, que ameaçaram colocar em causa a atividade da PSP nas próximas eleições. A PSP encontra-se a concluir a identificação dos autores das agressões de Famalicão, que participará ao Ministério Público", referiu o ministro.
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"Ontem, durante a tarde, pude falar com o senhor primeiro-ministro e, mais tarde, com o Presidente da República, após estar munido das informações essenciais. Quanto à garantia dos jogos, quer o senhor comandante da GNR quer da PSP, dizem estar em condições de garantir os jogos que se vão realizar no dia de hoje", acrescentou.
José Luís Carneiro garantiu também que não haverá perturbações aquando das eleições, em março. "As forças de segurança têm meios que, em quaisquer circunstâncias, se necessário for, serão mobilizados para garantir o estado de direito democrática e a segurança, nomeadamente dos atos eleitorais".
E a fechar, atirou: "O direito de manifestação é um direito legítimo que tem sido exercido. Aquilo que não podemos tolerar, como sociedade democrática e um estado de direito, é que haja atos ou incitamento de atos que coloquem em causa o estado de direito, a qualidade de vida democrática e os nossos deveres institucionais".
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