O Moreirense-Benfica visto à lupa: vitória a ferro e fogo

Expulsão de Diogo Gonçalves deu ânimo à equipa da casa

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Para a estreia do Benfica na Liga, estava reservado um jogo frenético. Jorge Jesus promoveu alguma rotação no onze, mas viu os encarnados a terem uma boa entrada em jogo. Mantendo a estrutura tática de 3x4x3, o Benfica focou o seu jogo ofensivo na procura dos espaços entre linhas, maioritariamente através de Everton e Waldschmidt, com Taarabt como elemento responsável pelo transporte de jogo. Estes movimentos interiores por parte dos extremos encarnados geraram dificuldades à estrutura defensiva do Moreirense. Sem o acompanhamento dos elementos da linha defensiva, estava criada a possibilidade de os criativos do Benfica receberem bola nas costas da linha média, como foi o caso do lance que origina a expulsão (revertida) a Artur Jorge [1]. No caso de não haver acompanhamento por parte dos centrais ou laterais do Moreirense, o espaço surgia na profundidade para ser explorado quer por Gonçalo Ramos, quer pelos laterais. Exemplo disso foi o golo de Waldschmidt, que surge após um excelente passe de Veríssimo para Diogo Gonçalves, que posteriormente cruza para o 0-2.

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