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Dragões estão a ter um aproveitamento muito reduzido do jogo exterior...
No Estádio do Dragão vão defrontar-se, hoje, os dois ataques da Liga que se alimentam de golos vindos da Colômbia (Jackson Martínez e Montero). Mas a forma como as equipas tratam do transporte da bola antes desta chegar aos “matadores” é diferente, apesar de ambas assentarem o jogo a partir de um sistema 4x3x3.
Analisando os golos e a forma como as jogadas são desenhadas, percebe-se que o FC Porto ainda não consegue mostrar aquela que era, em anos anteriores, a sua fórmula mais eficaz: jogo exterior, com os extremos ou os laterais a servirem o ponta-de-lança. Repare-se que Jackson, no presente campeonato, conseguiu quatro finalizações com serviço a partir dos corredores, e mais uma com a bola a surgir-lhe num passe longo e central. Mas além dele, só Licá marcou após assistência lateral (Danilo). A maioria dos golos (9) nasceu de ações individuais, recargas ou bolas paradas.
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Ao invés, olhando para os golos do Sporting, aquilo que se vê é uma exploração eficaz deste tipo de opção ofensiva, com Montero a aproveitar seis assistências a partir dos corredores. Mas os leões ainda somaram mais 4 golos desta forma, com Carrillo (2), André Martins e Wilson Eduardo a fazerem bons movimentos de chegada à zona de decisão para concluir cruzamentos a partir das alas. Mais de metade (10) dos remates certeiros aconteceu após bom trabalho realizado nas laterais, enquanto nove sucederam-se após ações individuais ou bolas paradas.
A defesa
Não se julgue, contudo, que os corredores leoninos são uma boa fonte de alimento pela ação dos defesas. Pelo menos em termos de último passe. É certo que o lateral-esquerdo Jefferson já soma três assistências, mas duas delas partiram de pontapés de canto. O FC Porto também não mostra argumentos válidos neste particular, dado que Alex Sandro, Danilo e Otamendi só numa ocasião cada conseguiram servir companheiros para o golo. Pouco, se tivermos em atenção as vezes em que eles se envolvem nas ações ofensivas.
O meio-campo
Enquanto o Sporting coloca William Carvalho na posição 6, libertando Adrien e André Martins para o apoio sistemático aos extremos, conseguindo os leões inúmeras situações de superioridade numérica face aos laterais contrários, o FC Porto “prende” Fernando e Defour na zona frontal à dos centrais e liberta Lucho para o apoio... ao ponta-de-lança. Ou seja, os dragões deixam o jogo exterior apenas aos laterais e aos extremos (normalmente, Licá e Varela). Os desequilíbrios não surgem com tanta frequência e o número de assistências para golo diminui de forma evidente. Talvez por isso, Paulo Fonseca tenha começado a apostar em Josué no lugar de Defour, procurando subir os médios para uma zona de melhor apoio aos corredores.
Os extremos leoninos são mais eficazes no passe decisivo. Wilson Eduardo (3) e Capel (2) destacam-se, mas Carrillo também já ofereceu um golo. Já os homens das alas portistas têm trabalhado pouco para o ponta-de-lança. Só Josué (1) e Licá (1) serviram Jackson. Varela está a zeros.
Bolas paradas
Um canto apontado por Quintero para a cabeça de Jackson (Paços de Ferreira) foi o único com aproveitamento direto por parte dos dragões, enquanto o Sporting já somou dois golos dessa forma: ambos os lances nasceram no pé esquerdo de Jefferson, um para a cabeça de Montero (Sp. Braga), outro para Maurício (Arouca). Nos livres, o quadro não difere muito: Quintero bateu direto para a baliza do Arouca, enquanto André Martins colocou na cabeça de Montero (Olhanense). Já nas grandes penalidades, ambos tiveram cem por cento de aproveitamento. Josué (3) para o FC Porto, Adrien (2) e Montero (1) para o Sporting.
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