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Aparelho ficou sem carga e daí o árbitro Miguel Nogueira não ter conseguido ver as imagens do penálti sobre Taremi aos 90', recorrendo ao VAR por telefone
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A "quebra de comunicação áudio e vídeo" que ocorreu perto dos 90 minutos do FC Porto-Arouca (1-1) - e que impossibilitou o árbitro de consultar as imagens televisivas no momento de analisar o primeiro penálti sobre Taremi - deveu-se ao facto de o aparelho ter ficado sem energia, por não estar ligado à corrente.
Segundo Record apurou junto de fonte conhecedora do processo, "o técnico responsável pelas comunicações do VAR não reparou que o aparelho estava a ser alimentado pela bateria e não pelo cabo".
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Recorde-se que o árbitro Miguel Nogueira foi obrigado a contactar o VAR por telemóvel, acabando por decidir com base no que o videoárbitro lhe disse, dada a impossibilidade de ver as imagens do lance.
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