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Técnico do Estrela enaltece entrega diante do Benfica
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Apesar da derrota diante do Benfica, José Faria mostrou-se satisfeito pela forma como os seus jogadores se apresentaram diante das águias e até deixou uma declaração curiosa na conferência de imprensa, numa clara alusão à situação de Richard Ríos.
"No final do jogo disse-lhes para irem descansar e para amanhã saírem à rua de cabeça erguida, com orgulho pelo trabalho que fizeram. Vão ter dois dias de folga, não que seja muito de dar-lhes folgas quando as coisas não correm bem, mas acho que merecem. Amanhã podem ir aos festivais, porque hoje fizeram um bom trabalho. Mereceram. O GPS estava no limite no fim. Agora não estou satisfeito com o resultado, principalmente pela forma como foi, pela forma como sofremos, num lance que... É o que é, não vale a pena bater mais nisso"
O técnico elogiou o coletivo. "Acabámos por fazer um bom jogo. Em termos exibicionais acho que conseguimos igualar o Benfica em muitos aspetos, pois tivemos várias oportunidades. Analisámos bem o adversário e acho que, mesmo tendo disputado jogos de outro patamar como na Supertaça perante o Sporting e nos jogos da Liga dos Campeões, nenhuma equipa conseguiu criar as oportunidades que nós criámos contra o Benfica. Estou satisfeito com o rendimento dos rapazes, mas com o resultado não. Saímos com a sensação que poderíamos ter somado pontos. Era essa a nossa ideia, mas a vida continua. Não conheço outro trabalho que não seja continuar a trabalhar para melhorar. As expetativas têm de ser as melhores. Disse aos jogadores no balneário que o difícil era agora: manter o nível, os níveis de motivação, esta intensidade e esta competência. Queremos fazer um campeonato tranquilo e valorizar os jovens atletas que estão a chegar.
A estratégia montada quase surtia efeito. "Nós queríamos sair deste jogo fortes do ponto de vista da continuidade do nosso processo. Ou seja, sabendo da dificuldade de enfrentar uma grande equipa e da sua capacidade de jogar por dentro e da sua capacidade com bola, acabou por ser uma posse muito consentida, pois tinhamos noção da dificuldade que podíamos criar ao Benfica ao nível da transição. Permitimos pouco ao Benfica em jogo corrido e até mesmo nas bolas paradas. Os jogadores sabiam o que tinham de fazer. Tapámos os espaços, cumprimos tarefas e seguimos o plano de jogo à risca", revelou.
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