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Técnico dos minhotos acredita que a equipa vai conseguir voltar a sorrir e vencer em Alverca
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Depois de três derrotas consecutivas, o Famalicão quer virar a página e entrar no novo ano da melhor forma. Vencer em Alverca é o desejo para o primeiro jogo de 2026 e Hugo Oliveira acredita que esse desfecho é possível, basta que a equipa consiga retomar os níveis de competitividade e de estabilidade que sempre apresentou, mas que faltaram no embate com o E. Amadora.
Expectativas para 2026 e para o jogo com o Alverca: "Temos grandes expectativas em relação ao ano que aí vem, que vá na senda do que foi 2025, com a ambição de que seja ainda melhor e que termine de forma feliz para todos. Em relação ao jogo, jogo difícil, competitivo, contra uma equipa com bons jogadores. Certamente olha para este jogo como momento para voltar aos bons resultados. Em relação a nós, é o trabalho que vai levar-nos aos bons resultados, ao nosso registo competitivo que tem estado presente, mas não tem estado a dar resultado competitivo. Depois da semana que tivemos, queremos chegar a Alverca e impor o nosso jogo, estarmos em cima das nossas ideias e chegarmos ao resultado que pretendemos."
Ciclo negativo como aprendizagem: "Tenho falado nas experiências que nos levam a experiência. Todos os momentos levam ao crescimento da equipa e do jogador. É um plantel que tem de aproveitar para aprender. Aprende-se ganhando, mas estes momentos não tão bons, nomeadamente três derrotas, em que uma delas é na Taça, duas contra equipas grandes e uma derrota em casa fora do registo habitual, são momentos em que temos de crescer. Este é um plantel jovem, que tem de assumir vontade de ganhar. Em momentos que não correm bem, temos de aprender a gerir emoções para tomar melhores decisões. O último jogo foi um grande momento de aprendizagem, temos de querer ser melhores no próximo. As equipas passam por momentos não tão bons durante a época. Mas a nossa qualidade e o trabalho vão levar-nos a voltar ao normal, a sermos extremamente competitivos, a termos coragem e a termos rendimento."
Anormalidade de resultados como sinal de crescimento: "O meu foco é mais a análise da performance do que ser só o resultado. Não podemos olhar só ao nível do resultado e medir que as coisas estejam 100% bem ou mal. Podíamos ter vitórias em jogos em que caíram do céu ou derrotas em que se calhar jogámos bem. Com o Estrela não estivemos muito perto dos nossos caminhos, mas nas outras duas derrotas estivemos próximos do que somos e estivemos ligados ao resultado. A exigência que temos, a ambição que temos, a coragem que temos faz com que esperem muito de nós e isso é conseguir resultados constantemente. Queremos essa responsabilidade. Essa responsabilidade faz-nos querer voltar aos resultados e aos jogos dentro da nossa ideia. Isso vai trazer-nos muitos pontos e deixar-nos felizes no final."
Reação ao momento: "Senti a equipa num bom momento porque voltámos às nossas semanas normais, de ter uma semana para trabalhar, voltar às raízes, olhar para nós. Saber que temos que estar seguros do nosso jogo e é isso que espero, uma equipa segura, confiante, com personalidade para impor-se no jogo. Em alguns momentos o adversário vai estar por cima. No final, a Liga é feita de pontos e temos objetivos de estar o mais acima possível, de nos transformarmos dia após dia para melhor. Estas semanas foram de grande nível de exigência, com o Porto, Benfica, Estrela. Aprendemos e vamos estar melhores no próximo jogo e vamos dar uma resposta positiva como temos vindo a dar."
Alverca: "O Alverca é uma boa equipa, com bons jogadores. É um projeto novo, uma equipa que se junta pela primeira vez e o projeto vai-se desenvolvendo com potencial. Vejo o Alverca com um projeto e uma ideia de desenvolvimento como o Famalicão. Quiçá o Alverca pode muito querer ser Famalicão. Talento traz qualidade, Alverca tem talento, a ideia do treinador positiva leva o jogo à baliza do adversário. Vai ser um bom jogo, temos de ser rigorosos, disciplinados e conseguirmos suplantar-nos ao adversário."
Regresso de Pedro Bondo e ausência de Gil Dias: "Temos o Pedro Bondo de volta, mas preferíamos que tivesse continuado na CAN. Seria bom sinal para ele e para Angola, o país em que a minha mãe nasceu. A decisão para o jogo é do treinador, tal como a decisão será do treinador no caso de quem vai jogar no lugar do Gil Dias. Jogadores da posição ou de outra. Este é um plantel em que acreditamos muito, jogadores que trabalham durante a semana."
Mercado: "Todas as equipas no Mundo competitivas como nós somos estão atentas a possibilidades que podem ajudar a ser melhores. É um clube ambicioso, de futuro e estará atento a alguma possibilidade e temos que estar também atentos à possibilidade de não entrarem só armas, também saírem. Temos muita estabilidade dentro de portas, convicção no projeto Famalicão e isso dá-nos muita segurança para trabalhar diariamente. Todas as decisões têm cabeça, racionalidade e identificação em toda a coluna vertebral do clube, que vai da administração até ao staff técnico."
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