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Treinador do Famalicão voltou a abordar o seu futuro após completar 50 jogos ao serviço do clube
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O Famalicão recebe, pelas 15h30 deste sábado, o Nacional, em jogo a contar para a 27ª ronda do campeonato. Um encontro que o técnico Hugo Oliveira espera ser "difícil, com uma equipa que tem tido resultados não condizentes com as prestações em jogo."
Nesse sentido, o treinador dos minhotos referiu a luta dos insulares pela permanência como um fator a ter em conta. "Está numa luta importante e à qual tem de dar muito. São muito organizados e perigosos, além de serem bem orientados. Vão criar problemas, mas como é habitual olhamos muito para nós", afirmou Hugo Oliveira.
Fez 50 jogos ao serviço do Famalicão. "Passaram demasiado rápido. Mas sinto um feedback bom, de quem já parece que está aqui há muito, muito tempo. Sou dos treinadores do campeonato com mais longevidade no cargo e isso diz muito da vida dos treinadores em Portugal. São 50 jogos de grande felicidade e muito orgulho. O presidente e o staff, assim como a nossa propriedade, têm todos uma forma ambiciosa de existir e isso agrada-me. Renovação? Vamos ter novidades em relação ao futuro muito em breve. É uma equipa técnica que se dedica de corpo e alma e que quer ganhar. O momento mais importante para mim foi o primeiro jogo, mas tem sido especial pelos nossos adeptos. Ter esta simbiose, como tivemos em Guimarães, é especial na sociedade de hoje em dia. Têm uma importância tremenda e espero que assim continue."
Espera um jogo semelhante ao da 1ª volta? "Espero um jogo competitivo, tal como foi na Madeira. Decidido nos pormenores. O Nacional faz campeonatos muito fortes em casa e, este ano, até tem tido uma prestação mais forte fora de portas do que no passado. São fortes quando têm espaço, incisivos pela forma como preparam o jogo e sabem defender, além de serem perigosíssimos nas bolas paradas. O nosso processo tem vindo a desenvolver-se, portanto esperemos que continue assim, pois não há jogos fáceis no nossos campeonato."
Chegar ao quinto jogo sem perder é incentivo? "É, claro, mas não é só isso. Independentemente de recordes, tem a ver com o que tem vindo a ser feito até agora. Faz parte da nossa forma de estar e de viver. Faz parte do clube, do trabalho e do dia a dia. O querer ganhar todos os dias é a nossa cultura, ganhar para continuar a seguir em frente e a evoluir. É uma grande oportunidade, é isto que este jogo é. Uma grande oportunidade de demonstrar o nosso progresso e a nossa evolução."
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Nestes quatro jogos, nenhum golo foi marcado pelo ponta-de-lança. "A equipa tem muitos caminhos para chegar ao golo. Há equipas com caminhos mais definidos, mas a nossa não. Temos a capacidade de marcar através de muitas formas e muitos jogadores e a verdade é que temos muitos golos na nossa Liga [n.d.r. é o 7º melhor ataque do campeonato]. Temos vários jogadores com os olhos postos na baliza contrária e eficazes. Todos os jogadores, no entanto, têm as suas funções no jogo, como vivemos através dessa função, às vezes a oportunidade de golo surge a vários jogadores. Esperamos continuar assim:"
Simon Elisor não marcou ainda na segunda volta. "Vem no seguimento da questão anterior. O nosso futuro e mais-valias são coletivos. É chegar ao final e ganhar. Os jogadores ganham o jogo para a equipa. O trabalho que o Simon faz para nós é muito grande, com excelentes características que nos têm dado golos sem marcar. São coisas fundamentais. Tenho a certeza que vai fazer golos, mas o importante é que nos continue a ajudar. Não é só ele, todos os outros. O facto de quem está na posição A ou B tenha possibilidade de chegar ao golo é que nos define. E também o facto de o ponta-de-lança abrir espaço para quem está lá marcar o golo. E esse golo é do Famalicão. O futebol é um desporto coletivo, onde quem tem mais golos ganha o jogo."
O treinador do Gil Vicente, César Peixoto, assumiu o objetivo do 5º lugar e das competições europeias. Está em igualdade pontual com o Famalicão. "Nós vivemos à nossa maneira e olhámos para nós. Vai continuar assim amanhã. Competimos com todas as equipas da Liga Betclic, não competimos com ninguém em específico, mas somos ambiciosos. Quem ganhar todos os jogos vai ser feliz, quem almejar a ser melhor vai evoluir. É a nossa forma de estar e exigente por si só. Somos muito focados em nós próprios, não olhamos para os vizinhos a menos que seja para jogar contra eles. Queremos é olhar para o Nacional, que nos irá criar muitos problemas."
Ainda não beneficiou de um penálti à 27ª jornada. "Não tenho explicação, mas também não quero penáltis que não sejam verdade. Fico satisfeito pelo Famalicão ser uma das equipas europeias que mais faltas sofre e das equipas em Portugal que mais toques dentro da área adversária dá. Em 103 penáltis, nenhum ser para nós é estranho, mas não queremos nada dado. É o castigo máximo, a probabilidade de fazermos golo aumenta, é claro."
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