Rodrigo Pinheiro: «O Famalicão deu-me a visibilidade que não tinha em outros sítios»

Internacional português sub-21 completou 50 partidas pelos minhotos

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Rodrigo Pinheiro destaca visibilidade que o Famalicão lhe proporcionou
Rodrigo Pinheiro destaca visibilidade que o Famalicão lhe proporcionou • Foto: Famalicão FC

Rodrigo Pinheiro apontou o golo da vitória do Famalicão diante do Arouca (1-0) e alcançou os 50 jogos ao serviço do emblema minhoto, sendo agora peça indispensável à manobra do treinador Hugo Oliveira. O lateral-direito, de 23 anos, comentou a passagem pelo clube que lhe abriu as portas de vários sonhos.

"Para mim, é um orgulho representar o Famalicão e chegar aos 50 jogos é ainda melhor. Jogar na 1ª Liga era um sonho de criança, o clube deu-me isso e eu só quero retribuir", começou por dizer Rodrigo Pinheiro, lembrando o primeiro jogo ao serviço dos famalicenses, um triunfo categórico frente ao Benfica: «Senti-me realizado, ganhámos 2-0 nesse jogo e foi um início de época muito bom. Senti que todos os meus sonhos estavam a começar a realizar-se."

Realçando que o jogo mais marcante foi a estreia a faturar pelo Famalicão, diante do Santa Clara, o defesa deseja "que venham os próximos" 50 encontros ao serviço do clube, louvando a rápida adaptação quando chegou. "Para mim, o Famalicão ajudou-me muito, deu-me uma visibilidade que não tinha noutros sítios. Proporcionou-me a ida à seleção", vincou o ex-FC Porto B e agora internacional sub-21, sublinhando ainda que não estava "à espera de muito" quando chegou: "Sabia da qualidade do clube e que o futebol do Famalicão era bem visto fora, mas vinha sem noção de nada e foi uma surpresa enorme, tanto a nível das pessoas como das infraestruturas. Sinto que dei o passo que tinha a dar."

Desta feita, Rodrigo Pinheiro já olha em frente nos desejos pessoais. "Tal como sonhei ir à seleção sub-21, sonho agora ir à equipa A e vou trabalhar para concretizá-lo. Tenho de trabalhar muito e continuar com os pés no chão, mas sinto-me importante no grupo", disse o lateral, sem esquecer a competividade interna: "Não há titulares garantidos na equipa e todos temos de dar o máximo, porque o nosso rival na posição quer 'tirar-nos' o lugar. Mesmo assim, todos remam para o mesmo lado."

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