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Decorre esta terça-feira a 6.ª sessão do julgamento da Operação Pretoriano, no Tribunal de São João Novo, no Porto, com a audição de testemunhas da acusação do Ministério Público. E, duas delas, alegaram ter medo de represálias e pediram para serem ouvidas sem a presença dos arguidos.
Perante isto, a juíza começou por dizer que não iria colocar em causa se os medos têm fundamento ou não, mas que lembrou que o tribunal tem de criar condições para que as testemunhas possam depor livremente. E assim foi, apesar de alguns dos advogados dos arguidos entenderem que as testemunhas deviam especificar do que têm medo e explicarem se existiu alguma situação concreta de intimidação.
O tribunal, contudo, acedeu ao pedido das testemunhas. "Atendendo ao tipo de crimes nos presentes autos, o receio manifestado pelas testemunhas em causa, sendo que a presença dos arguidos na sala podia coartar os mesmos na sua liberdade e espontaneidade, configura-se assim que tal consubstancia a razão e o fundamento para o deferimento do requerido", referiu a juíza.
Os arguidos saíram então da sala, sendo que serão novamente chamados no final dos depoimentos, altura em que lhes será feito um resumo do que foi dito.
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