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André Villas-Boas já tinha defendido que os contratos para a academia na Maia deveriam ficar em 'stand-by' até ao ato eleitoral. Esta tarde, em Argoncilhe, o candidato foi mais longe e admite mesmo rescindir contratos que venham a ser assinados.
"Vamos olhar para os contratos que forem assinados e, se fizer sentido, rescindir os mesmos e avançar para o Olival. É um processo que não está nas nossas mãos, porque a SAD pode contratualizar-se com cláusulas penais graves e impedir assim que possamos avançar com algo diferente se formos eleitos", apontou, ele que defende um centro de alto rendimento no Olival em vez de uma academia na Maia.