Duelo da Liga Europa marcado para quinta-feira às 17h45
Opinião de Ranieri (50/50) é música de embalar para adormecer o FC Porto?
"Pela nossa frente há um adversário com história, com os seus adeptos e um plantel impressionante. Deste lado está o FC Porto, um clube com história, com os seus adeptos e um plantel com mutia fome. Dou 50/50 ao Ranieri."
O que pode mudar para este jogo e o que acha das declarações de Ranieri sobre a arbitragem?
"Há sempre coisas para corrigir. Mas também para modificar, porque se fizemos o mesmo do primeiro jogo não estaríamos a aproveitar alguma vantagem que podíamos ter. Por isso gosto do mata-mata porque pequenos detalhes modificados podem marcar a diferença. Depois as declarações [de Ranieri], não as vi. Não gosto de opinar sobre algo que não li. Entendo que é um treinador experiente, que entende o que é este jogo, que pode criar um contexto no qual condiciona algumas decisões do árbitro. A única coisa que quero é justiça. Não gosto que me ofereçam nada, que o árbitro assinale bem e faça o seu trabalho. Não quero que inventem um cartão vermelho, um penálti que não seja. Quero me dêem o que é. Mais além desse ruído, que tudo o que se gera, que vivamos um jogo em que o árbitro dê justiça."
Houve apenas um golo de ponta de lança no FC Porto de Anselmi. Qual a razão?
"O importante é marcar. Queremos ganhar, para ganhar temos de marcar. E os golos a mim dá-me igual quem os marque, desde que marquemos. Na minha experiência tive situações em que tive um avançado que passou um semestre sem marcar e no outro foi o goleador da equipa. Creio que tenho claro as capacidades e classe de jogadores que são os meus avançados e a sua qualidade. A partir daí, entendo que converter ou não é produto de muitas coisas. Estou tranquilo com as suas qualidades e sei que são fases que se quebrarão. Quando a baliza abre, entrarão todas. Enquanto a equipa criar e trabalhe para que eles marquem, não me preocupa".
Função de Pepê, onde o vê a encaixar melhor?
"Imaginamos um jogo com o Farense com bloco baixo, onde os nossos alas podiam ter uma tendência mais ofensiva, porque jogariam mais como extremos. O Pepê jogou como lateral em algum momento. E o João Mário vinha jogando muito... e precisava de um pouco de descanso para chegar nas melhores condições aqui. Gonçalo Borges podia dar isso, mas também tinha jogado. O Pepê dava mais soluções. Não o imagino aí, imagino por dentro. Tem capacidade para girar, para colocar-se de frente, para tirar adversários. Se imagino por fora, mais no lado esquerdo. Mas como sabia que tinha jogado como lateral, a equipa está sempre acima, tocou-lhe uma função que não é natural, que nem ele nem eu o imagino."
A Liga Europa é a prova em que pode mostrar mais resultados imediatos?
"No campeonato ainda há muitas jornadas, ainda temos possibilidades de mostrar resultados. Neste tornio é o mata-mata, vimos aqui com possibilidade e vontade para aceder à próxima fase. Não veemos aqui ver o que se passa. Vimos cá para passar."
Francisco Moura a marcar mais, sente a evoluir, a crescer no que tem pedido?
"Na nossa forma de jogar os laterais têm um papel importante quanto ao desgaste, porque têm de subir e descer. São necessários jogadores com muita capacidade de repetir esforços. O Francisco incorpora-se duas vezes com a Roma e numa tem recompesa. No Cruzl Azul tínhamos um lado esquerdo com muitos golos, que também se destacou, por isso faz-me pensar se atacamos mais pelo lado esquerdo. Porque parece similar. É um jogador que tem a capacidade para fazê-lo. O mesmo o João Mário e também Zaidu e Fernandes são jogadores com essa capacidade de ir e vir como o Moura"
O FC Porto tem marcado mais na 2.ª parte. Há algum padrão ou tem a ver com as correções feitas ao intervalo?
"Não tenho uma explicação para isso acontecer. Queremos marcar na primeira parte. Mas creio que em qualquer jogo, vimos isso na Champions, as pernas na segunda parte vão tendo menos energia e vão surgindo mais espaços. Então, uma pressão super alta e de perseguição numa primeira parte a defender, na segunda parte torna-se mais complexa e o jogo abre-se. Há jogos em que defendem num bloco baixo e aguentam isso durante todo o tempo. Aí é importante a bola parada para abrir e gerar espaços. É circunstancial, porque no Rio Ave merecíamos ter marcado na primeira parte, com a Roma tivemos a mais calra no início. É de circunstância... Se tivesse de procurar uma explicação. Creio que nos jogos que tivemos, eram jogos muitos intensos, onde os espaços apareceram mais nas segundas metades."
Como olha para este jogo? Acredita que pode ser favorável marcar primeiro?
"Sempre é importante marcar primeiro. Seria um começo ideal. Creio que já vimos no outro dia: é um rival forte, com bons jogadores, uma equipa que tem capacidade para se bater no jogo e impor-se em cada duelo. Os primeiros minutos serão intensos, vão tentar marcar o primeiro golo. Estamos preparados, treinámos bem e esperamos que amanhã as coisas saiam como temos planeado, para fazer um bom jogo"
Com um longo atraso, surgem Fábio Vieira e Martín Anselmi na sala de conferências de imprensa. Fala primeiro o médio...
Martín Anselmi faz a antevisão ao jogo com a Roma, duelo da Liga Europa marcado para quinta-feira às 17h45.
Iniciativa contou com 80 guardiões do futebol masculino e feminino, da formação e das modalidades de pavilhão
Jogo da Liga Europa no Dragão, esta época, significa vitória portista, mas Vítor Pereira está do outro lado
Dragões venceram o Sp. Braga na final do torneio destinado a equipas sub-12
Jovem pivô de 21 anos assume ser um momento "muito especial" na ainda curta carreira
Antigo selecionador da Roménia morreu esta terça-feira, aos 80 anos
Jogador foi internado após jogo da Colômbia há nove dias e ainda não recuperou em pleno
Dragões venceram o Sp. Braga na final do torneio destinado a equipas sub-12
Ex-Arsenal e capitão do País de Gales retira-se aos 35 anos